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Polícia Civil identifica suspeitos de furto e recupera fios de cobre avaliados em R$ 15 mil

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Um furto de fios de cobre em uma obra no município de Canarana foi esclarecido pela Polícia Civil, nessa quinta-feira (4.6), com a recuperação do material furtado e identificação de dois dos suspeitos envolvidos no crime.

As investigações, realizadas pela equipe da Delegacia de Canarana, iniciaram assim que os policiais tomaram conhecimento do furto ocorrido na terça-feira (2), em uma obra comercial situada nas proximidades de um supermercado da cidade.

Segundo as informações, foram subtraídos fios de cobre do local avaliados em mais de R$ 15 mil. As investigações apontam que o crime foi praticado por no mínimo três pessoas, que utilizaram um veiculo pick-up, possivelmente uma Fiat Strada, para transportar o material furtado.

Durante as diligências e por meio da oitiva de diversas testemunhas e denúncias de populares foi possível recuperar o fios de cobre furtado da obra, assim como chegar à identificação de dois dos suspeitos envolvidos no crime, que seguem procurados pela Polícia.

Os dois suspeitos fazem uso de tornozeleira eletrônica e um deles, ao tomar conhecimento de que era investigado, cortou o dispositivo de monitoramento e fugiu da cidade.

As diligências continuam para que todos os autores sejam identificados e respondam pelo crime cometido.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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