Polícia
Polícia Civil esclarece tentativa de roubo em residência em Novo São Joaquim e prende suspeito
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Uma tentativa de roubo a um imóvel, ocorrida na madrugada desta terça-feira (11.3) em Novo São Joaquim, foi esclarecida pela Polícia Civil, com a prisão em flagrante do autor poucas horas após o crime. O suspeito, de 21 anos, é monitorado por tornozeleira eletrônica e há poucos dias tinha realizado um trabalho na residência da vítima.
As investigações iniciaram pela manhã, quando a vítima procurou a Delegacia de Novo São Joaquim, relatando que estava dormindo em sua residência, quando foi surpreendido por um homem com um pedaço de madeira nas mãos fazendo ameaças e pedindo dinheiro.
Segundo as informações, o suspeito usava uma camiseta para ocultar o rosto e um isqueiro para iluminar os cômodos. Quando o suspeito pediu novamente o dinheiro, a vítima o reconheceu como a pessoa que havia trabalhado em sua residência carregando o cascalho.
A vítima disse que não tinha dinheiro e que estava doente, ocasião em que o suspeito, após subtrair alguns objetos, fugiu do local, deixando o pedaço de pau na residência.
Diante das informações passadas e do reconhecimento do autor do crime, os policiais da Delegacia de Novo São Joaquim iniciaram as diligências, conseguindo localizar o suspeito em um bar da cidade. Com ele, foi encontrado um frasco de perfume subtraído da vítima.
Diante das evidências, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Campos de Júlio, onde após ser interrogado pelo delegado José Mauro Dias de Souza, foi autuado em flagrante pelo crime de roubo tentado, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados
A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.
Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.
A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.
“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.
A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.
Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.
A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.
“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.
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