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Polícia Civil e Vigilância Sanitária fiscalizam mercados e abatedouros em Rosário Oeste

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A Polícia Civil e a Vigilância Sanitária de Rosário Oeste fiscalizaram, nesta quinta-feira (6.11), três mercados e três abatedouros suspeitos de comercializarem carne clandestina na cidade.

As investigações da Delegacia de Rosário Oeste começaram no início de outubro, após a Polícia Civil receber denúncias de abatedouros clandestinos na cidade.

Em um dos locais fiscalizados na época foram encontrados resquícios de abate e todos os envolvidos foram levados para a delegacia, onde prestaram depoimento. No mesmo dia, um abatedouro foi interditado.

Durante as investigações, a Polícia Civil recebeu a informação de que o abatedouro em que haviam sido encontrados resquícios de abate havia voltado a funcionar, durante a madrugada, em clandestinidade.

Diante da situação, a equipe de Rosário Oeste, em parceria com a Vigilância Sanitária, realizou nesta quinta-feira (6) uma nova fiscalização em três abatedouros e três mercados suspeitos de comercializar carne clandestina.

“Para todo abatedouro existe um cliente. Assim como só existe o furto porque existe um receptador, só existe um abatedouro clandestino porque tem um mercado que compra”, afirmou o delegado Mauro Cristiano Perssoli Filho.

O primeiro abatedouro foi encontrado totalmente regular. O segundo, que foi interditado na primeira ação, segue na mesma situação, mas buscando as correções para voltar ao funcionamento regularizado.

Já no terceiro, que a polícia havia recebido a informação de que tinha retomado as atividades, foram encontrados materiais de ordenha de leite.

“Durante a visita eu constatei essa ordenha de leite de forma totalmente irregular. E a operação ainda está em andamento. Vamos visitar outros mercados para combater esse crime contra as relações de consumo”, finalizou o delegado Mauro Perassoli.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Saúde mental de servidores do sistema prisional é debatida em reunião

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participou de uma reunião interinstitucional no Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) voltada à discussão das condições de trabalho, da saúde mental e da valorização dos profissionais que atuam no sistema prisional mato-grossense. Representando a instituição, a procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou a necessidade de ampliar o olhar das instituições para o bem-estar dos servidores, diante dos elevados índices de adoecimento registrados na categoria.Durante o encontro, realizado na sexta-feira, 09/10, a procuradora de Justiça ressaltou que a valorização dos trabalhadores do sistema penitenciário é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à execução penal. Segundo dados apresentados na reunião, 80% dos afastamentos por motivos de saúde registrados entre esses profissionais em 2025 estão relacionados ao sofrimento psíquico. “É muito importante que todas as instituições voltem um olhar para perceber o quanto esse servidor necessita ser valorizado”, afirmou Josane Guariente.Conduzida pelo presidente do TRT/MT, desembargador Aguimar Peixoto. Também participaram das discussões o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, o coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), juiz Geraldo Fidelis Neto, representantes sindicais e gestores ligados à política prisional.O objetivo da reunião foi ampliar a participação dos profissionais que atuam diretamente nas unidades prisionais nas discussões e ações previstas pelo Plano Pena Justa. Iniciativa nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o objetivo de promover melhorias estruturais e institucionais no sistema prisional brasileiro, incluindo ações voltadas à valorização dos profissionais que atuam nas unidades penais.A pauta contemplou as demandas de policiais penais e de outros profissionais essenciais ao funcionamento do sistema, como psicólogos, médicos, dentistas e psiquiatras. Como encaminhamento, foi definida a realização de uma audiência pública para aprofundar o debate sobre saúde, condições de trabalho e valorização dos servidores do sistema prisional. A expectativa é que o evento ocorra em dezembro, reunindo instituições e profissionais envolvidos na temática.Informações: TRT-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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