Polícia
Polícia Civil desarticula ponto de venda de drogas e prende uma jovem em flagrante
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A Polícia Civil de Mato Grosso desarticulou, na quinta-feira (18.9), um ponto de venda de entorpecentes que funcionava perto de uma escola no município de Lucas do Rio Verde (354 km ao norte de Cuiabá).
Na ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Lucas do Rio Verde, uma jovem de 22 anos foi presa em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. No local foram apreendidas porções maconha e cocaína, dinheiro, entre outros objetos.
As diligências iniciaram após denúncia anônima sobre um endereço utilizado para o comércio ilícito, razão pela qual os policiais civis passaram a monitorar o local.
Durante trabalho investigativo a equipe constatou que no imóvel localizado no bairro Jardim Palmeiras, próximo de uma escola infantil, tinha movimentação intensa de pessoas com característica de tráfico de drogas.
Diante dos fatos, a casa continuou a ser monitorada, quando no início da noite de quinta-feira (18), os investigadores notaram que o portão estava aberto. Ao se aproximar, uma jovem acabou sendo surpreendida em flagrante delito.
No local foram apreendidas 13 porções de drogas, entre maconha e cocaína, balanças de precisão, dinheiro, além de materiais plásticos usados para embalar as substâncias ilícitas.
Em seguida a suspeita foi conduzida até a Delegacia de Lucas do Rio Verde, onde foi interrogada e autuada pelo crime de tráfico de drogas, Após a confecção dos autos, ela foi colocada à disposição da Justiça.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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