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Polícia Civil deflagra operação contra o tráfico de drogas em Ponte Branca

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (14.10), a Operação Sintonia, visando desarticular pontos de venda de drogas instalados no município de Pontes Branca (491 km ao sul de Cuiabá).

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão domiciliar decretados pela juízo da Segunda Vara Criminal da Comarca de Alto Araguaia.

As ordens judiciais foram expedidas embasadas nas investigações da Delegacia de Polícia Alto Araguaia. Os suspeitos são investigados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Conforme o delegado de Alto Araguaia, Marcos Paulo Batista de Oliveira, os alvos das buscas foram dois endereços utilizados pelos suspeitos, de 38 anos e 28 aos, respectivamente, para a prática criminosa.

Os suspeitos passaram a ser investigados no mês de junho deste ano, após a abordagem de uma pessoa usuária. Na ocasião foram apreendidas porções de maconha adquiridas dos dois fornecedores.

Deste então os policiais civis descobriram que as duas casas eram usadas para a venda ilícita, razão pela qual a Polícia Civil representou pelos pedidos de busca e apreensão dos locais.

“O trabalho operacional resultou na apreensão de balança de precisão e de aparelhos celulares que serão periciados para continuidade das diligências investigativas”, destacou o delegado Marcos Paulo.

A ação coordenada pela Delegacia de Alto Araguaia, contou com a participação de dez policiais civis e o apoio de três viaturas.

A Operação Sintonia integra a Operação Inter Partes, que faz parte do Programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, iniciativa que intensifica o combate às facções criminosas e ao tráfico de drogas em todo o estado.

A Polícia Civil de Mato Grosso reafirma seu compromisso com a segurança pública e segue empenhada em desarticular atividades criminosas, promovendo mais tranquilidade e segurança à população.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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