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Polícia Civil cumpre prisões por tráfico de drogas e roubo majorado em Rondonópolis

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A Polícia Civil cumpriu, na última segunda-feira (30.03), dois mandados de prisão, durante diligências realizadas nos bairros Jardim Kenia e Alfredo de Castro, em Rondonópolis.

O primeiro mandado foi cumprido pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis no bairro Alfredo de Castro, em desfavor de um homem, de 23 anos, com ordem de prisão preventiva expedida pela Quinta Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis, pelo crime de tráfico de drogas. O suspeito foi localizado no quintal de uma residência, ocasião em que foi realizada a abordagem e efetivada a prisão.

Já o segundo mandado refere-se a um homem, de 33 anos, com prisão definitiva decorrente de condenação transitada em julgado, expedida pela Segunda Vara Criminal de Rondonópolis, pelo crime de roubo majorado pelo concurso de pessoas. A pena restante a ser cumprida é de oito anos de reclusão.

Após tomar conhecimento da ordem judicial, a equipe da Derf iniciou diligências com o objetivo de localizar o foragido da Justiça, logrando êxito em encontrá-lo em via pública, no bairro Jardim Kenia, enquanto trafegava em uma motocicleta. Foi realizada a abordagem, sendo o suspeito devidamente informado sobre o mandado de prisão em seu desfavor.

Após as capturas, os dois indivíduos foram conduzidos à unidade policial, onde foram apresentados à autoridade policial competente para a adoção das medidas legais cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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