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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso envolvido com tráfico em Lucas do Rio Verde

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (10.6), a Operação Mala Falsa, para cumprimento de 20 ordens judiciais com foco na desarticulação de um grupo criminoso envolvido com o tráfico de droga no município de Lucas do Rio Verde.

Na operação, são cumpridos 12 mandados de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Sinop.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde, iniciaram em janeiro deste ano, após a prisão de dois homens flagrados em posse de uma mala com oito quilos de entorpecentes.

Com o avanço das investigações, foi possível identificar um grupo criminoso voltado para atuação com o tráfico de drogas no município.

Com base nos elementos apurados, a delegada Paula de Fátima Moreira Barbosa representou pelas ordens judiciais contra os investigados, que foram deferidas pela Justiça.

Além da prisão dos alvos, o cumprimento das ordens judiciais resultou na apreensão de arma de fogo, entorpecentes e em um flagrante por tráfico de drogas. Os presos foram encaminhados para a Derf de Lucas do Rio Verde para as providências cabíveis e posteriormente serão colocados à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos e desarticular o grupo criminoso.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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