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Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra investigado por crime de violência doméstica

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A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta segunda-feira (15), mandado de prisão preventiva expedido pela Segunda Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, em desfavor de um homem de 19 anos, investigado pela prática de violência domésticam, em Cuiabá.

A representação pela prisão preventiva foi formulada pela Polícia Civil no curso das investigações, conduzidas pela da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá (DEDM), diante dos elementos colhidos no Inquérito Policial que apura, em tese, os crimes de lesão corporal, violência psicológica e ameaça praticados contra a vítima no contexto de relacionamento íntimo anterior. Posteriormente, o pedido foi acolhido pelo Poder Judiciário, que determinou a expedição do mandado de prisão.

Conforme apurado durante a investigação, os fatos ocorreram em maio de 2026, quando a vítima procurou atendimento policial e relatou ter sido submetida a agressões físicas dentro de sua residência, sofrendo lesões na região da cabeça e do rosto. Também foram relatadas condutas de intimidação e violência psicológica no contexto da relação mantida entre as partes.

Durante a apuração, a Polícia Civil identificou que já havia registro anterior envolvendo os mesmos envolvidos, circunstância considerada relevante para demonstrar possível reiteração das condutas e necessidade de adoção de medida cautelar mais gravosa para proteção da vítima.

Diante dos elementos reunidos e visando resguardar a integridade física e psicológica da vítima, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado, pedido posteriormente deferido pelo Poder Judiciário com fundamento na garantia da ordem pública e prevenção de novas condutas violentas.

Após o cumprimento do mandado, o investigado foi encaminhado e colocado à disposição da Justiça para as providências legais cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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