Polícia
PM prende casal de faccionados e apreende 18 quilos de maconha após perseguição
Polícia
Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) da 32ª Companhia Independente, em ação conjunta com a Força Tática do 5º Comando Regional, apreenderam, na noite desta sexta-feira (17.10), dezoito tabletes de maconha e prenderam um casal de faccionados após perseguição policial, no município de Nova Xavantina (a 559 km de Cuiabá).
Durante o policiamento no âmbito da Operação Tolerância Zero, as equipes flagraram o condutor de um veículo modelo Gol realizando diversas manobras perigosas nas vias. Ao perceber a aproximação dos militares, o homem saiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial.
Durante a tentativa de fuga, o suspeito chegou a invadir uma calçada próxima a um comércio, colocando a vida de pedestres em risco, bem como quase colidiu com um sobrado. O condutor chegou a abandonar o carro e tentou fugir a pé, mas foi abordado pelos policiais militares.
Ao ser identificado, o homem, de 24 anos, estava acompanhado da namorada, de 25 anos. Durante a busca veicular, os militares localizaram uma caixa de papelão contendo 18 tabletes de maconha.
Durante a abordagem, o homem se exaltou com populares que observavam a ação policial, ameaçando as pessoas e alegando ser integrante de uma facção criminosa, além de proferir palavras de baixo calão.
As equipes identificaram, ainda, que ele possuía passagem criminal por ato infracional análogo ao crime de homicídio. O casal e o material apreendido foram levados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados
A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.
Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.
A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.
“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.
A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.
Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.
A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.
“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.
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