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PM apreende 70 porções de entorpecentes e prende dupla por tráfico em Nova Mutum

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Policiais militares do 14º Comando Regional prenderam, nesta quinta-feira (11.6), dois homens suspeitos de tráfico ilícito de drogas, no município de Nova Mutum. Com a dupla, foram apreendidas 70 porções de entorpecentes, entre cocaína, maconha e pasta base, além de materiais utilizados para a comercialização das drogas.

Durante patrulhamento ostensivo pela cidade, a equipe policial identificou dois homens em atitude suspeita. Um dos suspeitos carregava uma mochila preta e, ao perceberem a aproximação da viatura, os dois suspeitos demonstraram nervosismo e passaram a caminhar rapidamente, olhando constantemente para os militares.

Em seguida, os suspeitos tentaram se deslocar para os fundos de uma quitinete localizada na via, na tentativa de evitar a visualização da equipe policial. Diante da atitude suspeita, os militares realizaram a abordagem e iniciaram buscas no local.

Na mochila que estava com um dos homens, foram encontrados 63 invólucros contendo substância análoga à cocaína, já fracionados e embalados de forma compatível com a venda ilegal.

Durante a entrevista, os próprios suspeitos informaram que havia mais entorpecentes no imóvel onde residiam. Com autorização dos moradores e diante da situação de flagrante, os policiais realizaram buscas na residência e localizaram mais duas porções de substância análoga à maconha e cinco porções de pasta base de cocaína, também preparadas para comercialização.

Diante dos fatos, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados à delegacia de Polícia Judiciária Civil, juntamente com todo o material apreendido, para as demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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