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PM apreende 273 porções de entorpecentes e prende faccionados por tráfico de drogas

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Equipes militares do 7º Comando Regional apreenderam, nesta quarta-feira (6.5), 273 porções de entorpecentes diversos e prenderam dois homens em flagrante suspeitos por tráfico ilícito de drogas, em Campo Novo do Parecis (402 km de Cuiabá). Entre os ilícitos estão substância análoga à ecstasy, maconha, cocaína e pasta base.

De acordo com boletim de ocorrência, os policiais militares da 16ª Companhia Independente receberam denúncia de que integrantes de uma facção criminosa estariam distribuindo entorpecentes para pontos de venda de drogas, no bairro Boa Esperança.

Em rondas pela região, as equipes identificaram um homem em atitude suspeita, que ao perceber aproximação dos militares, tentou fugir para dentro de um condomínio residencial. Com ele, as equipes encontraram porções de substâncias semelhantes a droga sintética, cocaína e pasta base de cocaína.

O suspeito relatou que havia mais drogas em seu apartamento. No local, os policiais militares identificaram o comparsa. Em buscas no imóvel, foram localizadas outras unidades no forro do imóvel.

Também foram encontrados adesivos utilizados para identificação e personalização das embalagens dos entorpecentes. Os envolvidos foram conduzidos à delegacia junto do material apreendido para demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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