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Força Tática prende três pessoas por tráfico de drogas, apreende entorpecentes e R$1,3 mil em dinheiro

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam dois homens, de 34 e 64 anos, e uma mulher, de 49 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quinta-feira (12.3), em Cuiabá. Com os suspeitos, foram recolhidas 76 porções de maconha e cocaína, e uma quantia de R$1.339,00 em dinheiro.

A equipe policial recebeu informações de que um casal estava utilizando a residência como ponto de vendas de entorpecentes, no bairro Doutor Fábio. Os policiais se deslocaram ao endereço e flagraram um idoso entregando uma porção de droga a outro homem.

Os militares realizaram a abordagem aos suspeitos e encontraram duas porções de maconha. Questionados sobre a droga, os homens permaneceram em silêncio. Durante a abordagem, uma mulher, identificada como esposa de um dos envolvidos, permitiu a entrada da equipe no imóvel.

Em seguida, os policiais realizaram buscas na residência e localizaram uma porção de cocaína e mais 73 porções de maconha, além de uma quantia em dinheiro e material de preparo. Após checagem, os militares identificaram que um dos homens possuía passagens criminais como roubo, homicídio e tráfico de drogas.

Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para a delegacia, juntamente com o material, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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