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Força Tática prende suspeito em flagrante após roubo de celular em Cuiabá

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Equipes da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam um homem, de 39 anos, pelo crime de roubo, na tarde desta segunda-feira (1º.6), em Cuiabá. O suspeito foi detido em flagrante após roubar uma mulher à mão armada no bairro Bosque da Saúde.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Força Tática estava em patrulhamento tático e recebeu informações sobre um roubo a uma mulher, nas proximidades de uma padaria, no bairro Bosque da Saúde. Segundo a vítima, ela estava passeando com seu animal de estimação quando foi rendida por um criminoso armado, que levou seu celular.

De posse das características do suspeito, informadas pela vítima, os militares da Força Tática iniciaram diligências, em conjunto com o Grupo de Apoio do 3º Batalhão e um helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

As equipes policiais localizaram o suspeito nos arredores do Centro Político Administrativo e observaram o suspeito se desfazendo de um celular, arremessando o objeto em um matagal. O aparelho foi localizado e devolvido à vítima.

Em seguida, o criminoso foi visto novamente entrando em outra área de mata, na região da Avenida Doutor Hélio Ribeiro, e se escondendo em meio a um estacionamento de carros.

Rapidamente, a equipe da Força Tática foi até o local e flagrou o suspeito escondido sob um veículo.

Ele foi abordado e recebeu voz de prisão, sem apresentar resistência. Em seguida, o criminoso foi conduzido para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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