Polícia
Força Tática prende homem que ameaçou esposa com armas de fogo em Várzea Grande
Polícia
Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam em flagrante um homem, de 44 anos, pelos crimes de violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo, na manhã deste domingo (22.3), em Várzea Grande. Com o suspeito, foram apreendidas uma pistola e um revólver e 40 munições para o armamento.
A equipe da Força Tática se deslocou até o bairro Manga após receber denúncias sobre um homem suspeito de violência doméstica contra a esposa. Segundo as informações, ele teria ameaçado a vítima com duas armas de fogo que ele guardava em sua casa.
De acordo com as informações do boletim de ocorrência, a vítima, de 45 anos, denunciou o homem, afirmando que ele teria mostrado as armas e feito ameaças contra ela e seu filho, durante uma discussão na noite anterior. A mulher ainda disse que o suspeito saiu de casa em uma caminhonete e deu voltas ao redor da residência, na tentativa de intimidá-la.
Após os relatos da vítima, os militares seguiram ao endereço e localizaram o homem, com as mesmas características informadas. Na busca pessoal e na caminhonete, os policiais encontraram uma pistola e 36 munições de calibre .9mm e um revólver e quatro munições de calibre 38.
Questionado pela PM, o suspeito afirmou que possuía documentação de todas as armas, porém o revólver não possuía procedência e estava com a numeração raspada.
Diante da situação, a equipe da Força Tática fez a condução do suspeito até a Central de Flagrantes de Várzea Grande, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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