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Força Tática prende homem que ameaçava mulher com revólver em Confresa

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Policiais militares da Força Tática do 10º Comando Regional prenderam um homem, de 43 anos, por lesão corporal motivado por violência doméstica, porte ilegal de arma de fogo e ameaça, na noite desta terça-feira (2.9), em Confresa. Com o suspeito, foi apreendida uma arma de fogo que ele utilizava para ameaçar sua companheira.

A equipe policial de Confresa foi acionada via 190 por uma mulher que denunciou que estava sendo vítima de violência doméstica por parte de seu convivente, na zona rural do município. Ainda na denúncia, ela disse que era ameaçada pelo suspeito com uma arma de fogo e que teria vídeos de uma das ameaças do agressor.

Os militares iniciaram diligências e encontraram um homem, com as mesmas características informadas, consumindo bebidas alcoólicas em um bar. Ele foi abordado e revistado pelos policiais, que localizaram um revólver de calibre 22 com duas munições e deram voz de prisão a ele.

Em seguida, a PM encontrou a vítima que deu mais detalhes sobre as agressões, relatando que foi derrubada no chão após uma briga com o suspeito quando pediu o término do relacionamento. A mulher ainda mostrou as lesões causadas na boca, braços e cotovelos depois da briga.

Diante da situação, os policiais conduziram o suspeito até a delegacia de Confresa, com a arma apreendida, para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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