Polícia
Força Tática prende homem por tráfico de drogas e apreende porções de maconha em Várzea Grande
Polícia
Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam, na tarde desta sexta-feira (13.3), um homem de 25 anos por tráfico ilícito de drogas, no bairro Maringá 2, em Várzea Grande. Com o suspeito, foram apreendidas porções de substância análoga à maconha e materiais utilizados para a comercialização de entorpecentes.
Durante rondas pela região, a equipe da Força Tática visualizou um veículo preto cujo condutor, ao perceber a aproximação da viatura policial, tentou se esconder no interior do automóvel, levantando suspeita dos militares. Diante da atitude, os policiais realizaram a abordagem.
Na busca veicular, os militares localizaram, embaixo do banco do passageiro, uma porção de substância análoga à maconha. Questionado, o suspeito afirmou que a droga seria entregue a uma pessoa e revelou que era responsável pela distribuição de entorpecentes na região.
O homem também informou que mantinha o restante da droga em um baú de uma motocicleta estacionada em frente à residência de sua mãe. A equipe policial se deslocou até o endereço indicado, onde localizou uma motocicleta branca. No interior do baú do veículo, os policiais encontraram mais um pedaço de substância análoga à maconha.
O suspeito ainda indicou um segundo endereço na mesma rua. No local, após buscas, os policiais localizaram o restante da droga, além de diversos materiais relacionados ao tráfico, como duas balanças de precisão, um caderno com anotações, diversos aparelhos celulares, chips e embalagens utilizadas para embalagem dos entorpecentes.
Ao todo, foram apreendidos um tablete e 13 porções de substância análoga à maconha, 16 aparelhos celulares, 39 chips telefônicos, duas balanças de precisão, dois cadernos com anotações do tráfico, além de materiais utilizados para embalar a droga, como sacos tipo zip-lock e plástico filme.
Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes, juntamente com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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