Polícia
Força Tática prende homem por tráfico de drogas, apreende entorpecentes e R$3,8 mil em dinheiro
Polícia
Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam um homem, de 29 anos, por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta quinta-feira (8.1), em Várzea Grande. Com o suspeito, foram apreendidas 43 porções de pasta base de cocaína e uma quantia de R$3.870,00 em dinheiro.
Durante patrulhamento tático, os policiais flagraram um homem em atitude suspeita em uma residência conhecida por denúncias de ser ponto de vendas de drogas, no bairro São Mateus. Ao ver a presença policial, o homem jogou uma sacola no chão e tentou fugir para um outra residência, mas foi abordado.
Questionado sobre a tentativa de fuga, o suspeito afirmou que estava no local apenas para comprar os entorpecentes para uso próprio. Durante buscas, os policiais localizaram em uma sacola uma quantidade de 43 porções de pasta base de cocaína, além de uma quantia em dinheiro.
Ao ser indagado sobre as drogas, o suspeito permaneceu em silêncio. Os militares identificaram que o homem já possuía outras passagens criminais como roubo, furto e tráfico de drogas.
Diante do flagrante, o suspeito foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, junto com o material apreendido, para as providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do telefone 190 ou do número 0800 065 3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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