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Força Tática prende homem por receptação, recupera motocicleta e apreende arma de fogo

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam um homem, de 22 anos, por porte ilegal de arma de fogo e receptação, neste domingo (9.11), em Rondonópolis. O homem é suspeito de uma tentativa de roubo com disparos de tiro no sábado (8). Com o suspeito, foram apreendidos um revólver e seis munições calibre .22, e uma motocicleta furtada foi recuperada.

A equipe policial da 14ª Companhia Independente foi acionada para uma ocorrência de uma tentativa de roubo em um estacionamento de um edifício, no bairro Vila Birigui. De acordo com o relato da vítima, um homem de 28 anos, ao chegar ao local foi abordado por dois homens em uma motocicleta anunciando o assalto.

Em seguida, os criminosos exigiram a chave de um veículo e o homem negou entregar. Os suspeitos efetuaram um disparo de tiro que atingiu o pé da vítima, além de terem o agredido com coronhadas na cabeça. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para os primeiros socorros e, posteriormente, encaminhou a vítima para o hospital.

Os policiais tiveram acesso às imagens de segurança do local, e iniciaram diligência em buscas pelos suspeitos. Durante patrulhamento pelo bairro Jardim Morumbi, a equipe flagrou um homem com as mesmas características de um dos suspeitos no crime, em uma motocicleta. O homem fugiu ao ver os militares e perdeu o controle da moto, caindo ao solo.

Durante a abordagem, os policiais identificaram que a motocicleta era produto de furto ocorrido na quinta-feira (6). Questionado sobre o crime, o suspeito confessou que participou da tentativa do roubo e que teria um comparsa, indicando o endereço. Foi identificado que o homem possui outras passagens criminais como tráfico de drogas e receptação.

A equipe se deslocou para a residência do segundo suspeito, que não foi localizado. Em buscas na residência, os policiais encontraram um revólver calibre .22 com seis munições do mesmo calibre.

Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.


Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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