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Força Tática prende homem com tabletes e porções de maconha em Várzea Grande

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam um homem, de 34 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (29.4), em Várzea Grande. Com o criminoso, foram apreendidos dois tabletes e porções de substância análoga a maconha.

A equipe da Força Tática realizava patrulhamento pelo bairro Nova Esperança e foi abordada por um transeunte que denunciou um ponto de venda de drogas, localizado nas proximidades da residência onde ele mora. O denunciante disse que o suspeito pelo tráfico de drogas também usava uma motocicleta branca no crime.

Os policiais iniciaram buscas e localizaram uma moto, com as mesmas características informadas na denúncia, estacionada na frente de uma casa. Os militares se aproximaram mais e encontraram um homem que, ao ver as viaturas policiais, tentou fugir jogando um material suspeito no chão.

Diante da situação, a Força Tática fez acompanhamento ao homem, entrando na residência e encontrando ele tentando jogar uma sacola pelo muro. O suspeito resistiu ativamente às ordens policiais, mas foi contido pela equipe.

Na verificação da sacola, foram encontrados dois tabletes e cinco porções grandes de maconha. Já em vistoria pela residência, balanças de precisão e outros materiais utilizados no tráfico de drogas também foram apreendidos.

O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais procedimentos pertinentes.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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