Polícia
Força Tática prende faccionado com tabletes de maconha, comprimidos de ecstasy e mil pinos de cocaína
Polícia
A Força Tática do 7º Comando Regional prendeu um homem faccionado, de 34 anos, por associação para o tráfico de drogas, na madrugada desta quarta-feira (11.3), em Tangará da Serra. Na ação, foram apreendidos nove tabletes de maconha, 186 comprimidos de ecstasy e mil pinos contendo cocaína.
Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais receberam denúncias que informaram que um homem, integrante de facção criminosa, estaria aguardando o recebimento de grande quantidade de drogas para fazer a distribuição na cidade. Segundo as informações, os entorpecentes estavam vindo de Cuiabá.
Os militares iniciaram monitoramento ao suposto endereço do suspeito e flagraram um homem, com as mesmas características informadas, andando a pé na região transportando uma mala.
A equipe da Força Tática iniciou procedimento de abordagem ao homem, que abandonou a mala e fugiu em direção a uma residência. O suspeito foi detido rapidamente e reagiu a abordagem, sendo necessário ser algemado pela PM.
Na verificação da mala, os policiais encontraram o entorpecente e também balança de precisão e materiais para embalar a droga.
Questionado pela PM, o homem confirmou ser membro de facção e que faria o armazenamento e distribuição dos entorpecentes pela cidade.
O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia de Tangará da Serra para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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