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Força Tática prende dupla por tráfico, apreende entorpecentes e munições

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam dois homens, de 24 e 31 anos, por tráfico ilícito de drogas, nesta segunda-feira (23.2), em Rondonópolis.

Com os suspeitos, foram apreendidas 93 porções de pasta base, maconha, ecstasy e lança-perfume, 34 munições e R$1.987 em dinheiro.

A equipe policial recebeu uma denúncia de que uma residência estava sendo utilizada para comercialização de drogas, no bairro Distrito Industrial. Os militares se deslocaram até o endereço e flagraram um homem, que ao ver a equipe, quebrou o celular e tentou fugir.

Durante a abordagem, o suspeito estava utilizando uma tornozeleira eletrônica e, com ele, foram encontradas dez porções de maconha.

Questionado sobre a droga, o criminoso relatou que adquiriu os entorpecentes para a distribuição. Na ação, a equipe recebeu informações de que o proprietário da residência entrou em outro imóvel.

Os policiais se deslocaram ao segundo endereço e flagraram o segundo suspeito. Ao ser abordado, a equipe identificou que o homem possuía um mandado de prisão em aberto.

Durante busca residencial, foram encontradas uma porção de pasta base de cocaína, quatro tabletes de maconha e mais 21 porções da droga, oito porções de haxixe, 18 porções de ecstasy, 31 porções de lança-perfume, além de nove munições de calibre .40, 25 munições de calibre 9.mm, e uma quantia em dinheiro.

Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para a delegacia, juntamente com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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