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Força Tática prende dois suspeitos de contrabando de medicamentos em Chapada dos Guimarães

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam dois homens de 33 anos, suspeitos de contrabando de medicamentos, durante uma abordagem na rodovia MT-251, em Chapada dos Guimarães, neste domingo (10.5). Com a dupla, os militares apreenderam diversas caixas de medicamentos e substâncias de origem irregular.

Durante deslocamento para o município, a equipe militar da Força Tática visualizou um veículo realizando ultrapassagem em local proibido, pela contramão em faixa contínua. Diante da infração, os policiais iniciaram procedimento de abordagem.

Os suspeitos desobedeceram às ordens de parada e tentaram fugir, sendo necessário um breve acompanhamento policial. Após a abordagem, foi realizada busca pessoal, porém nada de ilícito foi encontrado com os suspeitos.

Já na vistoria veicular, os policiais localizaram diversas caixas de medicamentos, hormônios, peptídeos e substâncias utilizadas para fins estéticos e de emagrecimento, entre elas Retatrutida, Oxandrolona, Clembuterol, Gluconex, Tirzepatida, Dysport e outras substâncias.

Além dos produtos, também foram apreendidos 25 ampolas de diluentes, 41 frascos de substâncias diversas e a quantia de R$ 4.321 em dinheiro. O veículo utilizado pela dupla foi apreendido, assim como todo o material localizado.

Diante dos fatos, os suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a Central de Flagrantes. Depois, entregues à Delegacia da Polícia Federal para as demais providências cabíveis que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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