Polícia
Força Tática prende dois homens com porções de drogas e pés de maconha
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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam dois homens, ambos de 18 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta sexta-feira (10.10), em Várzea Grande. Com a dupla, foram apreendidas porções de drogas e três vasos com pés de maconha.
Os militares realizavam patrulhamento pelo bairro São Mateus e encontraram os dois homens em suspeita, na frente de uma residência. Ao notarem a chegada das viaturas, os suspeitos arremessaram um pacote para o interior da casa e tentaram fugir correndo.
Diante da situação, os policiais fizeram acompanhamento e a abordagem da dupla. Com um dos homens, foram encontradas algumas porções de cocaína, enquanto que com o outro suspeito foi localizado um pedaço de maconha.
Questionados pela equipe policial, os suspeitos confessaram que faziam a venda de entorpecentes e que na residência da abordagem havia mais materiais ilícitos guardados. Um dos suspeitos revelou ainda que pratica golpes de estelionato em sites de vendas pela internet.
Os policiais da Força Tática voltaram na casa e fizeram buscas, localizando mais porções de drogas, balanças de precisão e produtos usados para o tráfico de drogas, além de três vasos com plantas de maconha.
Os dois homens receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos.
Fonte: PM MT – MT
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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