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Força Tática prende dois homens com 92 porções de drogas em Primavera do Leste

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Dois homens, ambos de 22 anos, foram presos pela Polícia Militar pelo crime de tráfico ilícito de drogas, na manhã desta sexta-feira (25.7), em Primavera do Leste. Com a dupla, foram apreendidas 92 porções de substâncias análogas a maconha e cocaína.

As equipes da Força Tática do 11º Comando Regional estavam em patrulhamento, por volta de 10h15, e encontraram os dois homens em situação suspeita, no bairro Castelândia. Na abordagem, os militares constataram que os suspeitos faziam uso de entorpecentes, sendo encontradas algumas porções de drogas com eles.

Questionados pelos policiais, um dos homens afirmou que, além do uso, faz o comércio de drogas e que teria outros entorpecentes escondidos em sua casa. Ainda na checagem, os militares identificaram que um dos suspeitos possuía oito passagens por tráfico de drogas, enquanto o outro homem já havia sido preso duas vezes pelo mesmo crime.

Diante da situação, a equipe da Força Tática foi até o endereço do suspeito e realizou buscas. No local, encontraram grandes quantidades de porções de maconha e cocaína prontas para venda, além de outros materiais utilizados no tráfico de drogas.

Os suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia de Primavera do Leste para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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