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Força Tática prende cinco pessoas por tráfico de drogas na Região Metropolitana

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam quatro homens e apreenderam um adolescente por tráfico ilícito de drogas, nesta segunda-feira (15.6), em ocorrências registradas em Cuiabá e Várzea Grande. Nas ações, foram apreendidas porções de substâncias análogas a maconha e cocaína.

Em Cuiabá, a equipe da Força Tática recebeu denúncias sobre uma dupla que estava vendendo drogas próximo de uma oficina de motos, no bairro Altos do Coxipó. No local informado, os policiais flagraram os suspeitos indicados na denúncia e iniciaram abordagem, momento em que eles tentaram fugir por rumos opostos.

Após breve perseguição, a dupla foi detida. Na revista pessoal, foram apreendidas algumas porções de maconha. Em seguida, um dos suspeitos levou os militares até a residência dele para mais buscas, onde foram encontradas mais porções de maconha e cocaína. Os dois homens foram detidos e receberam voz de prisão.

Em Várzea Grande, os militares faziam patrulhamento tático, no bairro São Mateus, e foram acionados por populares para abordagem a um adolescente que estaria portando drogas. A equipe fez diligências e localizou o suspeito. Na revista pessoal, foram encontradas 27 porções de maconha e R$ 400,00 em dinheiro. O menor foi detido e conduzido para a Central de Flagrantes.

Na terceira ocorrência registrada, também em Várzea Grande, a Força Tática recebeu denúncia sobre tráfico de drogas em um motel, no bairro Jardim Potiguar. Em monitoramento no local, os militares flagraram atitude suspeita de um motociclista que estava fazendo entradas no estabelecimento.

Os policiais entraram no motel e abordaram dois suspeitos que foram flagrados trocando pacotes. Com eles, foram encontradas 123 porções de cocaína e a quantia de R$ 452,00 em dinheiro. Eles foram levados para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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