Polícia
Força Tática apreende mais de R$ 64 mil e prende dupla suspeita por tráfico de drogas
Polícia
Policiais militares da Força Tática do 3º Comando Regional apreenderam, nesta segunda-feira (9.3), R$ 64.120 mil em espécie e prenderam um casal de faccionados suspeito por tráfico ilícito de drogas no município de Sinop (480 km de Cuiabá).
Conforme boletim de ocorrência, após troca de informações entre os setores de inteligência da 26ª CIPM da Força Tática com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Tráfico Organizado (Gaeco), os militares foram informados de que um homem, de 27 anos, utilizava um veículo modelo Onix, vermelho, enquanto uma mulher, da mesma idade, em uma motocicleta Honda Biz, eram responsáveis pela comercialização de drogas e apoio logístico a mando de uma facção criminosa.
Em rondas pelo município, os militares localizaram os suspeitos no carro, na Rua das Begônias, no bairro Jardim das Violentas. Durante abordagem e busca veicular, os policiais encontraram uma necessaire contendo a quantia em dinheiro, fracionada em montantes de R$ 1 mil.
Além disso, os policiais também localizaram 10 porções de substância análogas à cocaína, cinco de pasta base de cocaína e uma de maconha, escondida em baixo do banco traseiro do carro.
Aos policiais, a mulher relatou ser a responsável por guardar e fazer o recolhimento dos valores, oriundos da prática criminal de tráfico de drogas. Já o suspeito confessou ser o proprietário das drogas e dar apoio logístico à comparsa. Os militares localizaram a motocicleta descrita na denúncia estacionada de frente a casa da envolvida. A dupla foi conduzida à delegacia para registro da ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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