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Foragido por estupro de enteado no Tocantins é preso pela Polícia Civil em Vila Rica

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Um homem foragido do estado de Tocantins pelo crime de estupro de vulnerável teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, na tarde desta quinta-feira (11.9), após ser localizado na cidade de Vila Rica.

A prisão do procurado ocorreu em ação realizada pelos policiais da Delegacia Regional de Vila Rica, Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol), com apoio da Delegacia de Apoio a Vulneráveis, da Polícia Civil de Tocantins e Polícia Federal de Redenção, estado do Pará.

O suspeito estava com a ordem de prisão preventiva decretada pela Justiça em razão de abuso sexual praticado contra sua enteada de apenas 7 anos de idade, entre os anos de 2016 e 2017.

Segundo informações, o padrasto aproveitava o período noturno para entrar no quarto da menor e praticar os abusos. Para não ser descoberto, o suspeito ameaçava a vítima, dizendo que caso contasse para alguém, mataria sua mãe e seus irmãos.

Após troca de informações, entre as Polícias Civis de Tocantins e de Mato Grosso e da Polícia Federal do Pará, foi possível chegar ao paradeiro do suspeito na cidade de Vila Rica. Com base nas informações, a equipe da Polícia Civil do município realizou diligências conseguindo localizar o procurado e dar cumprimento à ordem judicial.

A prisão integra os trabalhos da operação Amón foi deflagrada pelo Núcleo de Inteligência da Regional de Vila Rica com objetivo de localizar e dar cumprimento a mandado de prisão contra foragidos da Justiça.

O nome da operação, Amón vem do grego e tem o significado de “oculto”, “escondido”.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Saúde mental de servidores do sistema prisional é debatida em reunião

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participou de uma reunião interinstitucional no Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) voltada à discussão das condições de trabalho, da saúde mental e da valorização dos profissionais que atuam no sistema prisional mato-grossense. Representando a instituição, a procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou a necessidade de ampliar o olhar das instituições para o bem-estar dos servidores, diante dos elevados índices de adoecimento registrados na categoria.Durante o encontro, realizado na sexta-feira, 09/10, a procuradora de Justiça ressaltou que a valorização dos trabalhadores do sistema penitenciário é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à execução penal. Segundo dados apresentados na reunião, 80% dos afastamentos por motivos de saúde registrados entre esses profissionais em 2025 estão relacionados ao sofrimento psíquico. “É muito importante que todas as instituições voltem um olhar para perceber o quanto esse servidor necessita ser valorizado”, afirmou Josane Guariente.Conduzida pelo presidente do TRT/MT, desembargador Aguimar Peixoto. Também participaram das discussões o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, o coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), juiz Geraldo Fidelis Neto, representantes sindicais e gestores ligados à política prisional.O objetivo da reunião foi ampliar a participação dos profissionais que atuam diretamente nas unidades prisionais nas discussões e ações previstas pelo Plano Pena Justa. Iniciativa nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o objetivo de promover melhorias estruturais e institucionais no sistema prisional brasileiro, incluindo ações voltadas à valorização dos profissionais que atuam nas unidades penais.A pauta contemplou as demandas de policiais penais e de outros profissionais essenciais ao funcionamento do sistema, como psicólogos, médicos, dentistas e psiquiatras. Como encaminhamento, foi definida a realização de uma audiência pública para aprofundar o debate sobre saúde, condições de trabalho e valorização dos servidores do sistema prisional. A expectativa é que o evento ocorra em dezembro, reunindo instituições e profissionais envolvidos na temática.Informações: TRT-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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