Polícia
Cavalaria da PM recupera fiações e prende suspeito de furto no Parque Novo Mato Grosso
Polícia
Equipes do Regimento de Policiamento Montado da Polícia Militar do 1º Comando Regional (Cavalaria) prenderam, nesta sexta-feira (4.7), um homem suspeito de furtar fiações de energia elétrica no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá. As equipes recuperaram diversos metros de fiações e duas furadeiras durante o trabalho de policiamento tático.
Após recebimento da denúncia, os policiais militares, com auxílios dos setores de inteligência do local, intensificaram o policiamento ao redor do parque, diante da suspeita de furtos de fiações elétricas.
Nesta sexta, os policiais militares receberam novas informações de um funcionário de uma das empresas instaladas no local, que outros dois colaboradores saíram do alojamento para buscar materiais que estariam escondidos nos fundos da empresa.
Durante o policiamento tático, os policiais militares flagraram um dos suspeitos, que foi abordado e detido. Já o comparsa fugiu para uma região de mata. As equipes mantêm diligências para localizar o indivíduo. Na ação, foram recuperadas duas furadeiras e diversos metros de fiações elétricas.
Com área total de 300 hectares, o Parque Novo Mato Grosso está sendo construído pelo Governo de Mato Grosso, por meio da MT Par, e será o maior parque multieventos da América Latina. O parque está localizado a oito quilômetros de Cuiabá, na rodovia de acesso à Chapada dos Guimarães.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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