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Cavalaria da PM prende trio por tráfico ilícito de drogas e apreende entorpecentes

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Policiais militares da Cavalaria prenderam nesta terça-feira (2.6), três suspeitos por tráfico ilícito de drogas em Peixoto de Azevedo. Na ação, foram apreendidos mais de dois quilos de entorpecentes entre maconha e pasta base de cocaína, além de diversos materiais utilizados na comercialização das drogas.

Durante patrulhamento ostensivo pelo município, a equipe policial abordou um homem que portava uma porção de substância análoga à maconha. Questionado sobre a origem do entorpecente, ele informou que havia adquirido a droga de uma mulher suspeita de envolvimento com o tráfico na cidade.

Com base nas informações, os policiais se deslocaram até o endereço indicado, onde localizaram mais um dos suspeitos. Ao perceber a aproximação da equipe, o homem tentou fugir para o interior da residência e resistiu à abordagem, sendo contido pelos militares.

Em revista pessoal, os policiais encontraram com ele uma quantia em dinheiro e entraram no imóvel para a realização de buscas. Dentro da casa foram localizadas nove porções de maconha embaladas e prontas para venda, além de uma porção maior da droga, três balanças de precisão e uma calculadora.

Durante as diligências, o homem informou o paradeiro da mulher apontada como responsável pela venda do entorpecente. A equipe localizou a suspeita e, após entrevista, obteve informações sobre a existência de um esconderijo utilizado para armazenar drogas nos fundos da residência.

Nas buscas no quintal da propriedade, os policiais encontraram uma caixa térmica enterrada contendo dois tabletes de substância análoga à maconha, pesando aproximadamente 1,7 quilos, e um tablete de pasta base de cocaína.

Diante dos fatos, os suspeitos foram presos e encaminhados à Delegacia de Polícia Judiciária Civil de Peixoto de Azevedo, juntamente com todo o material apreendido para as devidas providências cabíveis que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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