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Batalhão Ambiental prende homem com arsenal de armas, munições e carne de animal silvestre

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O Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental prendeu um homem, de 46 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na tarde desta quinta-feira (4.5), em Colniza. Com o suspeito, foram apreendidas sete espingardas, um revólver calibre .38, munições e duas pacas abatidas.

Durante a operação ambiental, os policiais receberam uma denúncia da Promotoria de Justiça sobre a comercialização irregular de pescado em uma residência. A equipe se deslocou ao endereço para verificar os fatos.

Ao chegar ao local, os policiais foram recebidos por uma mulher, esposa do proprietário. Em relato à equipe, ela informou que o suspeito não estava em casa e confirmou a comercialização de pescado.

Ainda na abordagem, foram encontradas carnes de duas pacas, totalizando oito quilos. Questionada sobre a procedência, a mulher disse que o esposo recebeu os animais de um amigo em uma pescaria.

Durante busca na residência, o suspeito chegou ao local e acompanhou a fiscalização. Nos fundos da residência, foi localizada uma oficina clandestina de armas de fogo. Questionado, o homem confirmou que fazia consertos nas armas e que tinha armas de clientes no local.

Em outro cômodo, a equipe localizou um revólver calibre .38, sete espingardas e 15 munições de diversos calibres.

Diante do flagrante, o suspeito foi encaminhado para a delegacia, junto com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou do disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Saúde mental de servidores do sistema prisional é debatida em reunião

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participou de uma reunião interinstitucional no Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) voltada à discussão das condições de trabalho, da saúde mental e da valorização dos profissionais que atuam no sistema prisional mato-grossense. Representando a instituição, a procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou a necessidade de ampliar o olhar das instituições para o bem-estar dos servidores, diante dos elevados índices de adoecimento registrados na categoria.Durante o encontro, realizado na sexta-feira, 09/10, a procuradora de Justiça ressaltou que a valorização dos trabalhadores do sistema penitenciário é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à execução penal. Segundo dados apresentados na reunião, 80% dos afastamentos por motivos de saúde registrados entre esses profissionais em 2025 estão relacionados ao sofrimento psíquico. “É muito importante que todas as instituições voltem um olhar para perceber o quanto esse servidor necessita ser valorizado”, afirmou Josane Guariente.Conduzida pelo presidente do TRT/MT, desembargador Aguimar Peixoto. Também participaram das discussões o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, o coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), juiz Geraldo Fidelis Neto, representantes sindicais e gestores ligados à política prisional.O objetivo da reunião foi ampliar a participação dos profissionais que atuam diretamente nas unidades prisionais nas discussões e ações previstas pelo Plano Pena Justa. Iniciativa nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o objetivo de promover melhorias estruturais e institucionais no sistema prisional brasileiro, incluindo ações voltadas à valorização dos profissionais que atuam nas unidades penais.A pauta contemplou as demandas de policiais penais e de outros profissionais essenciais ao funcionamento do sistema, como psicólogos, médicos, dentistas e psiquiatras. Como encaminhamento, foi definida a realização de uma audiência pública para aprofundar o debate sobre saúde, condições de trabalho e valorização dos servidores do sistema prisional. A expectativa é que o evento ocorra em dezembro, reunindo instituições e profissionais envolvidos na temática.Informações: TRT-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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