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Prefeitura executa obras de drenagem em três regiões de Várzea Grande para prevenir alagamentos

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Viação e Obras, realiza nesta terça-feira (22) serviços de drenagem em diferentes regiões do município, com o objetivo de melhorar o escoamento das águas e contribuir para a infraestrutura viária.

As equipes atuam na região do Joaquim Curvo, onde é executada a drenagem de uma rede de 100 centímetros de diâmetro. Os trabalhos estão atualmente na etapa de abertura de vala e assentamento de manilhas.

No bairro, o município está investindo R$ 1.597.357,04 em recursos próprios. A obra é executada por uma empresa da construção civil contratada por meio de licitação pública. A intervenção prevê a implantação de drenagem e pavimentação asfáltica em pelo menos cinco ruas da região, com previsão de conclusão em até 180 dias.

Na Alameda, os serviços também são de drenagem, com a implantação de uma rede de 60 centímetros de diâmetro. A execução está na etapa de abertura de vala e assentamento das manilhas.

Já no bairro Eldorado, a equipe trabalha na implantação de uma rede de drenagem de 100 centímetros de diâmetro. Os serviços estão concentrados na construção de uma caixa de passagem.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Após veto da ALMT, novo presidente do TJ promete retomar reajuste de servidores

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O desembargador José Luiz Leite Lindote, eleito para presidir o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no biênio 2027-2028, pretende reabrir a discussão sobre o reajuste salarial de 6,8% dos servidores do Judiciário. A proposta foi barrada após a Assembleia Legislativa manter o veto do Executivo, mas o futuro presidente da Corte afirma que buscará uma nova negociação com os deputados estaduais e o governo.

Na avaliação de Lindote, o resultado da votação foi influenciado pela falta de entendimento entre as instituições durante a tramitação do projeto. Ele defendeu uma aproximação maior com o Legislativo e o Executivo para construir uma alternativa que permita conceder o aumento à categoria.

“Eu acredito que faltou um melhor diálogo, um melhor consenso em conversas com a Assembleia e com o governador de Estado”, afirmou o desembargador ao comentar o impasse.

Lindote garantiu que pretende reapresentar a proposta e demonstrou confiança na possibilidade de chegar a um acordo. Segundo ele, a nova tentativa deverá ser conduzida por meio de conversas com os parlamentares, com o objetivo de demonstrar a necessidade da recomposição salarial.

O magistrado também argumentou que os vencimentos dos servidores estão defasados e defendeu que a autonomia entre os Poderes seja respeitada na discussão. Para ele, a possibilidade de outros setores do funcionalismo reivindicarem reajustes semelhantes não deve impedir que o Judiciário busque corrigir a remuneração de seus próprios servidores.

A declaração ocorre após a Assembleia Legislativa manter, na quarta-feira (7), o veto integral ao Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa o aumento de 6,8% para os servidores efetivos do Tribunal de Justiça. A votação terminou com 12 votos favoráveis à manutenção do veto e seis contrários, enquanto outros seis deputados estavam ausentes.

O veto havia sido apresentado pelo então governador Mauro Mendes (União Brasil), sob o argumento de que a proposta não apresentava estudos atualizados suficientes sobre o impacto financeiro nem indicava uma fonte permanente de recursos para custear a despesa. O governo também apontou possíveis reflexos sobre as contas públicas e o risco de reivindicações semelhantes em outras carreiras.

Com a decisão dos deputados, o reajuste não poderá ser aplicado nos moldes do projeto barrado. Uma nova tentativa dependerá da construção de outra proposta e da articulação necessária para superar os questionamentos que levaram ao veto.

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