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PF recebe ação de atendimento a indígenas refugiados no Pará em parceria com Conare do MJSP

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Belém/PA. A Superintendência Regional da Polícia Federal no Pará sedia, entre os dias 14 e 17 de outubro, uma ação social de atendimento presencial excepcional voltada a solicitantes de refúgio da etnia indígena venezuelana Warao. A iniciativa é promovida pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), responsável pela análise e deliberação sobre pedidos de reconhecimento da condição de refugiado no Brasil.

Diante das dificuldades enfrentadas por essa população em acessar meios digitais para concluir os trâmites do processo — como login, senha ou conectividade —, os oficiais do Conare deslocaram-se de Brasília até Belém para realizar, de forma presencial, as entrevistas necessárias à continuidade e julgamento dos processos.

A ação, em parceria com a Polícia Federal, terá como ponto central a Superintendência Regional, em Belém, e contará com uma extensão no município de Benevides, na próxima quinta-feira (16/10), no Centro Nelson Mandela (CRAS municipal), a fim de facilitar o acesso da comunidade Warao residente na região.

A iniciativa tem ainda o apoio institucional do Ministério Público Federal (MPF), com a presença do Procurador dos Direitos Humanos, da Secretaria de Ordem Pública de Belém, e de outras entidades envolvidas na proteção e promoção de direitos dos povos indígenas refugiados.  

Com essa iniciativa conjunta, a Polícia Federal busca assegurar condições dignas de atendimento às populações em situação de vulnerabilidade, especialmente aos solicitantes de refúgio da etnia indígena Warao, contribuindo para a efetivação de políticas públicas de acolhimento e proteção humanitária.

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará
[email protected]

@pf.para

 

Fonte: Polícia Federal

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PL afasta Cláudio Ferreira do comando em Rondonópolis e ameaça expulsão após apoio a Pivetta

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O apoio do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) abriu uma crise dentro do PL de Mato Grosso. Filiado ao partido que lançou o senador Wellington Fagundes como candidato ao Governo do Estado, Cláudio decidiu não seguir o palanque da própria legenda e declarou publicamente apoio ao principal adversário do correligionário.

A decisão provocou reação da direção estadual do PL. O presidente do partido em Mato Grosso, Ananias Filho, anunciou que Cláudio foi destituído do comando do diretório municipal de Rondonópolis e afirmou que a legenda irá exigir sua saída do partido.

Segundo Ananias, a postura do prefeito representa uma quebra da orientação partidária durante a campanha eleitoral. O dirigente chegou a classificar Cláudio como “traidor” e afirmou que não pretende abrir espaço para negociação enquanto o prefeito mantiver o apoio à candidatura de Pivetta.

Caso Cláudio Ferreira não deixe voluntariamente o PL, a direção estadual deverá instaurar um processo disciplinar, que poderá resultar na expulsão do prefeito da legenda. A medida formaliza o rompimento político entre o prefeito de Rondonópolis e a cúpula partidária.

Cláudio, por sua vez, já havia antecipado que seu posicionamento poderia ter consequências. Ao declarar apoio a Pivetta, afirmou estar disposto a “pagar o preço” pela decisão e defendeu que os partidos devem estar a serviço das pessoas, e não o contrário.

 

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