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PF prende integrante de organização criminosa transnacional

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Oiapoque/AP. Na tarde deste domingo (24/8), a Polícia Federal deflagrou a Operação Boulanger 2, com o objetivo de combater os crimes de trabalho análogo à escravidão, homicídios de garimpeiros, tráfico de drogas, armas e munições, além de organização criminosa armada transnacional.

As investigações tiveram início a partir de diversas denúncias recebidas pela Delegacia de Polícia Federal e veiculadas em grupos de mensagens locais, relatando a invasão armada em um garimpo localizado na Guiana Francesa, por integrantes de uma organização criminosa formada por brasileiros, com base de atuação em Oiapoque/AP.

A primeira fase da Operação Boulanger resultou na identificação e qualificação de uma parte significativa dos integrantes da organização criminosa. Nesta etapa, cinco membros da facção foram capturados e presos preventivamente.

Com o avanço das apurações, um novo integrante foi identificado. Ele atuava como base de apoio logístico e operacional do grupo, sendo responsável pelo transporte fluvial e terrestre de armas, entorpecentes, valores, produtos de higiene e alimentos, além de dar suporte a membros da facção em áreas de difícil acesso e realizar ações de resgate e ocultação de armamento entre o Brasil e garimpos ilegais na Guiana Francesa.

Durante o cumprimento do mandado, o indivíduo foi preso em flagrante com uma pistola de uso restrito, 1,1kg de ouro, além de diversos materiais como motores e internet portátil via satélite.

O homem foi conduzido à delegacia da PF em Oiapoque e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional. Ele poderá responder pelos crimes de participação em organização criminosa, posse ilegal de arma de fogo e usurpação de bens da União.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
Contato: (96) 3213-7503

Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova regras para aumentar proteção de motoristas de aplicativo

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria novas medidas para aumentar a segurança de motoristas de aplicativos de transportes.

Pela proposta, as plataformas deverão oferecer ferramentas de proteção durante as viagens, como botão para acionar a polícia, atendimento imediato em situações de emergência e compartilhamento da localização em tempo real.

As empresas também terão de verificar a identidade dos usuários para evitar fraudes e o uso indevido de contas.

O texto assegura ao motorista, antes de aceitar uma corrida, acesso ao endereço completo de embarque e desembarque, ao nome do passageiro e à quantidade de viagens já realizadas por ele.

A comissão aprovou a versão do relator, deputado Sargento Portugal (Pode-RJ), que fez ajustes técnicos no texto original (Projeto de Lei 6370/25), do deputado Amom Mandel (Republicanos-AM). “O objetivo é fortalecer a segurança de motoristas e usuários por meio da adoção de medidas proporcionais, efetivas e juridicamente adequadas”, disse Portugal.

O texto aprovado também incentiva campanhas educativas, a criação de canais de atendimento específicos e o treinamento de agentes públicos para atender ocorrências relacionadas ao setor.

Por fim, o motorista não poderá ser punido por cancelar ou recusar uma viagem quando houver risco comprovado à sua segurança ou aos seus bens.

As plataformas que descumprirem as regras poderão receber advertência ou multa de R$ 1 mil a R$ 10 mil por infração.

Próximas etapas
A proposta ainda será ainda analisada, de forma conclusiva, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

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