Polícia Federal

PF define plano de segurança para a COP 30 em Belém

Publicado em

Polícia Federal

Belém/PA. Desde o dia 1° deste mês, a Polícia Federal já tem em andamento seu plano de ação para a segurança da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30).

O plano operacional visa garantir a proteção de um número recorde de delegações internacionais e, ao mesmo tempo, assegurar o exercício da liberdade de expressão em um cenário de alta visibilidade internacional.

O planejamento da PF reconhece três eixos centrais que tornam esta COP diferente dos grandes eventos anteriores:

Diplomacria e Recorde de Delegações:

A natureza da agenda climática, que atrai países com visões frequentemente antagônicas, exige um esquema de segurança adaptado a complexas dinâmicas geopolíticas. Estima-se que a COP 30 receberá um número recorde de delegações estrangeiras simultaneamente, demandando uma atenção especial na segurança de autoridades e na articulação com representantes de diversos países.

Liberdade de manifestação:

A conferência de Belém ocorrerá após edições realizadas em países com maiores restrições às liberdades civis. Com a inclusão do período da pandemia de COVID-19, o Brasil se consolida como o principal palco dos últimos cinco anos para a livre manifestação de povos originários e movimentos sociais ligados à causa ambiental. A PF atuará para proteger todos os participantes e estabelecer perímetros claros, buscando uma “convivência harmônica” entre os segmentos sociais e a manutenção do funcionamento normal da cidade.

Logística Reforçada:

A logística da PF é considerada um pilar fundamental, abrangendo o emprego de um leque de capacidades especializadas. As ações vão desde o reforço na atividade de imigração e fiscalização de portos, como o de Outeiro – que receberá dois navios de cruzeiro –, até a segurança aeroportuária, incluindo a atuação na Base Aérea de Belém, por onde chegarão as autoridades.

Para enfrentar a complexidade do evento, a Polícia Federal já recrutou aproximadamente 1.200 servidores, entre policiais e administrativos.

O esquema de segurança também inclui o emprego de equipes dedicadas no aeroporto e no Porto de Outeiro, com atividades diárias, além de capacidades investigativas para prevenção de crimes cibernéticos e de terrorismo. A estrutura envolve, ainda, varreduras e contramedidas antibombas, garantindo que o diferencial de Belém — ser uma cidade amazônica e um centro de livre debate — seja protegido e valorizado.

Coordenação-Geral de Comunicação Social

[email protected]

Fonte: Polícia Federal

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia Federal

PL afasta Cláudio Ferreira do comando em Rondonópolis e ameaça expulsão após apoio a Pivetta

Publicados

em

O apoio do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) abriu uma crise dentro do PL de Mato Grosso. Filiado ao partido que lançou o senador Wellington Fagundes como candidato ao Governo do Estado, Cláudio decidiu não seguir o palanque da própria legenda e declarou publicamente apoio ao principal adversário do correligionário.

A decisão provocou reação da direção estadual do PL. O presidente do partido em Mato Grosso, Ananias Filho, anunciou que Cláudio foi destituído do comando do diretório municipal de Rondonópolis e afirmou que a legenda irá exigir sua saída do partido.

Segundo Ananias, a postura do prefeito representa uma quebra da orientação partidária durante a campanha eleitoral. O dirigente chegou a classificar Cláudio como “traidor” e afirmou que não pretende abrir espaço para negociação enquanto o prefeito mantiver o apoio à candidatura de Pivetta.

Caso Cláudio Ferreira não deixe voluntariamente o PL, a direção estadual deverá instaurar um processo disciplinar, que poderá resultar na expulsão do prefeito da legenda. A medida formaliza o rompimento político entre o prefeito de Rondonópolis e a cúpula partidária.

Cláudio, por sua vez, já havia antecipado que seu posicionamento poderia ter consequências. Ao declarar apoio a Pivetta, afirmou estar disposto a “pagar o preço” pela decisão e defendeu que os partidos devem estar a serviço das pessoas, e não o contrário.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA