Polícia Federal
PF combate tráfico internacional de drogas
Polícia Federal
Santos/SP. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30/10), a segunda fase da Operação Papyrus, com o objetivo de cumprir 14 mandados de busca e apreensão nos municípios de Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão (SP), Poços de Caldas e Monte Sião (MG).
A investigação, iniciada em junho de 2024, apura a atuação de uma organização criminosa envolvida no tráfico internacional de drogas e na lavagem de dinheiro. Os indícios apontam que o grupo atuou entre 2023 e 2024, sendo responsável por remessas de cocaína enviadas ao exterior. Autoridades no Brasil e no exterior apreenderam aproximadamente 2,1 toneladas da droga atribuídas à organização.
A maior parte das apreensões ocorreu em cargas de papel exportadas em contêineres destinados à Europa, o que deu origem ao nome da operação. Somente em uma das ações conjuntas entre a Polícia Federal e a National Crime Agency do Reino Unido, foram interceptados 533 quilos de cocaína no Porto de Londres. Também houve apreensões no Porto de Santos, em Israel e na França.
Na primeira fase da operação, deflagrada em outubro de 2024, foram apreendidos valores em espécie, além do bloqueio judicial de cerca de R$ 5 milhões em bens. As provas obtidas permitiram a identificação de novos envolvidos, que são alvo desta segunda fase.
A ação desta quarta-feira conta com o apoio da Polícia Militar e o emprego de 83 policiais federais, responsáveis pelo cumprimento das medidas judiciais.
Comunicação Social da Polícia Federal em Santos/SP
[email protected] |
(13) 99153-8647
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Voto feminino é vital para a democracia, lembra Nelsinho Trad
Durante pronunciamento em Plenário nesta terça-feira (14), o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) lembrou que as mulheres não precisam de permissão de ninguém para pensar e que o voto feminino no Brasil já existe há quase 100 anos.
— Há um assunto que me incomodou muito nos últimos dias, que foi a fala de uma pessoa de que mulher não deveria votar, que deveria seguir o marido. Olha, eu sou médico, já passei anos trabalhando em pronto-socorro e vi mulheres chegando com crianças no colo, doentes, tomando decisões sozinhas na madrugada, coisa que homem nenhum teria coragem de fazer no lugar delas. Aliás, a mulher não precisa de permissão para pensar, nunca precisou.
No final de junho, o jornalista Paulo Figueiredo, que vive nos Estados Unidos, declarou no final de junho que “mulher vota estatisticamente mal, principalmente as solteiras; as casadas costumam acompanhar o marido”.
Nelsinho destacou que muitas mulheres lutaram para conquistar o direito ao voto e que, atualmente, são metade do eleitorado brasileiro. E acrescentou que “quem coloca isso em dúvida não é um conservador; é um atrasado. As mulheres estão à frente de mais da metade dos lares brasileiros”.
— Eu fui criado por uma mulher, uma professora forte. Tenho uma companheira que me inspira todos os dias. Sou pai de meninas e sei exatamente o que o mundo poderia ser se a mulher não votasse: a democracia não teria a essência que tem. Mulher tem de liderar, mulher tem de decidir — afirmou ele.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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