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PF apresenta projeto LUMINI no festival HackTown, em Minas Gerais

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Santa Rita do Sapucaí/MG. A Polícia Federal apresentou, nesta sexta-feira (1/8), o projeto LUMINI durante o festival HackTown, um dos principais eventos de inovação e tecnologia do país. A exposição foi conduzida pelo delegado Nilton Carvalho, chefe do Serviço de Enfrentamento a Graves Violações de Direitos Humanos (SERCOT), estrutura vinculada à Coordenação-Geral de Repressão a Crimes contra os Direitos Humanos da PF.

Criado em 2023, o LUMINI é a resposta da PF ao desafio de localizar pessoas desaparecidas no Brasil e no exterior. O projeto visa integrar esforços, padronizar procedimentos e fortalecer a cooperação nacional e internacional, com foco na defesa dos direitos humanos e no acolhimento às famílias.

A iniciativa reforça a atuação da PF em casos de desaparecimentos internacionais e na investigação de crimes que originam esses desaparecimentos, como tráfico de pessoas, contrabando de migrantes, trabalho forçado e outras graves violações de direitos humanos.

Entre as ações desenvolvidas pelo LUMINI estão o apoio a campanhas de conscientização, produção de laudos de identificação, pesquisas em bases biométricas e datiloscópicas, compartilhamento de inteligência com órgãos parceiros e o acionamento de difusões da Interpol em casos com indícios internacionais.

Desde sua criação, o projeto já contribuiu para a solução de 5 mil casos, possibilitou a localização de 505 familiares e promoveu cooperação internacional ativa em 45 situações.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]
(61) 2024-8142
www.gov.br/pf

Fonte: Polícia Federal

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Voto feminino é vital para a democracia, lembra Nelsinho Trad

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Durante pronunciamento em Plenário nesta terça-feira (14), o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) lembrou que as mulheres não precisam de permissão de ninguém para pensar e que o voto feminino no Brasil já existe há quase 100 anos.

— Há um assunto que me incomodou muito nos últimos dias, que foi a fala de uma pessoa de que mulher não deveria votar, que deveria seguir o marido. Olha, eu sou médico, já passei anos trabalhando em pronto-socorro e vi mulheres chegando com crianças no colo, doentes, tomando decisões sozinhas na madrugada, coisa que homem nenhum teria coragem de fazer no lugar delas. Aliás, a mulher não precisa de permissão para pensar, nunca precisou.

No final de junho, o jornalista Paulo Figueiredo, que vive nos Estados Unidos, declarou no final de junho que “mulher vota estatisticamente mal, principalmente as solteiras; as casadas costumam acompanhar o marido”.

Nelsinho destacou que muitas mulheres lutaram para conquistar o direito ao voto e que, atualmente, são metade do eleitorado brasileiro. E acrescentou que “quem coloca isso em dúvida não é um conservador; é um atrasado. As mulheres estão à frente de mais da metade dos lares brasileiros”. 

— Eu fui criado por uma mulher, uma professora forte. Tenho uma companheira que me inspira todos os dias. Sou pai de meninas e sei exatamente o que o mundo poderia ser se a mulher não votasse: a democracia não teria a essência que tem. Mulher tem de liderar, mulher tem de decidir — afirmou ele.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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