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Márcia Pinheiro permanece em coma induzido após AVC e cirurgia de emergência

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A ex-primeira-dama de Cuiabá Márcia Pinheiro, 58 anos, permanece internada no Hospital Jardim Cuiabá após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na noite de domingo (13). Depois de ser submetida a uma cirurgia de emergência, ela foi colocada em coma induzido, procedimento que deverá ser mantido por pelo menos 72 horas para que a equipe médica acompanhe de perto sua evolução.

Apesar da gravidade do quadro, as informações mais recentes apontam que Márcia está estável após o procedimento cirúrgico. O período de 72 horas é considerado importante para que os médicos observem a resposta neurológica da paciente e possíveis consequências provocadas pelo AVC. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre eventuais sequelas ou previsão de retirada da sedação.

A internação foi tornada pública pelo marido de Márcia, o ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PSD). Em manifestação nas redes sociais, ele informou que a esposa havia sofrido o AVC e precisado passar por uma cirurgia, classificando a situação como delicada.

“Na noite desse domingo, minha esposa, Márcia Pinheiro, sofreu um AVC e precisou passar por uma cirurgia e, neste momento, seu estado de saúde é delicado e exige muitos cuidados”, declarou Emanuel.

Emanuel também agradeceu as mensagens de apoio recebidas desde que a notícia sobre a internação foi divulgada e pediu que amigos e familiares continuem em oração pela recuperação da esposa.

“Este é um momento muito difícil para nossa família. Agradeço, de coração, todas as mensagens, orações e manifestações de carinho que temos recebido. Peço que continuem colocando a Márcia em suas orações e pensamentos”, afirmou.

O filho do casal, Elvis Khunn Pinheiro, que é médico, acompanha de perto o tratamento da mãe, ao lado de outros familiares. A família informou que novas atualizações serão divulgadas conforme houver evolução do quadro e condições de compartilhar as informações.

Márcia foi primeira-dama de Cuiabá durante os dois mandatos de Emanuel Pinheiro à frente da Prefeitura. Em 2022, disputou o Governo de Mato Grosso pelo PV e recebeu 267.172 votos, equivalentes a 16,41% dos votos válidos.

Neste momento, a atenção da equipe médica está concentrada na evolução clínica durante as primeiras 72 horas após o AVC e a cirurgia. A família mantém cautela quanto à divulgação de novos detalhes sobre o estado de saúde da ex-primeira-dama.

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Após veto da ALMT, novo presidente do TJ promete retomar reajuste de servidores

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O desembargador José Luiz Leite Lindote, eleito para presidir o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no biênio 2027-2028, pretende reabrir a discussão sobre o reajuste salarial de 6,8% dos servidores do Judiciário. A proposta foi barrada após a Assembleia Legislativa manter o veto do Executivo, mas o futuro presidente da Corte afirma que buscará uma nova negociação com os deputados estaduais e o governo.

Na avaliação de Lindote, o resultado da votação foi influenciado pela falta de entendimento entre as instituições durante a tramitação do projeto. Ele defendeu uma aproximação maior com o Legislativo e o Executivo para construir uma alternativa que permita conceder o aumento à categoria.

“Eu acredito que faltou um melhor diálogo, um melhor consenso em conversas com a Assembleia e com o governador de Estado”, afirmou o desembargador ao comentar o impasse.

Lindote garantiu que pretende reapresentar a proposta e demonstrou confiança na possibilidade de chegar a um acordo. Segundo ele, a nova tentativa deverá ser conduzida por meio de conversas com os parlamentares, com o objetivo de demonstrar a necessidade da recomposição salarial.

O magistrado também argumentou que os vencimentos dos servidores estão defasados e defendeu que a autonomia entre os Poderes seja respeitada na discussão. Para ele, a possibilidade de outros setores do funcionalismo reivindicarem reajustes semelhantes não deve impedir que o Judiciário busque corrigir a remuneração de seus próprios servidores.

A declaração ocorre após a Assembleia Legislativa manter, na quarta-feira (7), o veto integral ao Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa o aumento de 6,8% para os servidores efetivos do Tribunal de Justiça. A votação terminou com 12 votos favoráveis à manutenção do veto e seis contrários, enquanto outros seis deputados estavam ausentes.

O veto havia sido apresentado pelo então governador Mauro Mendes (União Brasil), sob o argumento de que a proposta não apresentava estudos atualizados suficientes sobre o impacto financeiro nem indicava uma fonte permanente de recursos para custear a despesa. O governo também apontou possíveis reflexos sobre as contas públicas e o risco de reivindicações semelhantes em outras carreiras.

Com a decisão dos deputados, o reajuste não poderá ser aplicado nos moldes do projeto barrado. Uma nova tentativa dependerá da construção de outra proposta e da articulação necessária para superar os questionamentos que levaram ao veto.

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