Polícia Federal
FICCO/SC deflagra operação contra o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro
Polícia Federal
Florianópolis/SC. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Santa Catarina (FICCO/SC) deflagrou, nesta terça-feira (7/10), a Operação Safari, com o objetivo de reprimir o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e atuação de facções criminosas no estado. A ação decorre de desdobramentos da Operação Colapso, realizada em junho deste ano.
A ação de hoje investiga um dos principais responsáveis pelo núcleo financeiro da organização criminosa, que movimentou mais de R$ 45 milhões em apenas um mês. Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Florianópolis/SC, na residência do investigado e em uma empresa ligada ao mesmo.
Na fase anterior, a Operação Colapso cumpriu 86 mandados judiciais, sendo 48 de busca e apreensão e 38 de prisão preventiva, assim como ordens para bloqueios de bens e ativos financeiros de pessoas físicas e jurídicas. A ação resultou ainda na apreensão de 500 kg de droga em um laboratório de refino de cocaína, R$ 695 mil em espécie, armas de fogo e celulares, além de dez prisões em flagrante.
A FICCO/SC é uma força-tarefa composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e SENAPPEN, que atua de forma integrada no enfrentamento ao crime organizado em Santa Catarina.
Comunicação Social da Polícia Federal em Santa Catarina
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(48) 3281-6699
@pfsantacatarina
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Comissão de Constituição e Justiça aprova criação de programa escolar de gestão de resíduos sólidos
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (15) proposta que permite que as escolas da rede pública da educação básica criem programas de redução, reuso e reciclagem de resíduos sólidos.
O objetivo é conscientizar a comunidade escolar (alunos, professores e famílias) sobre a importância da gestão ambientalmente adequada de resíduos sólidos.
Relator na comissão, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) apresentou parecer favorável ao substitutivo da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável ao Projeto de Lei 2801/19, do deputado Gustinho Ribeiro (PP-SE).
“O conteúdo é condizente com as disposições constitucionais, que determinam a proteção do meio ambiente como competência do poder estatal, e a proposta concretiza esse preceito de forma eficiente”, afirmou Ferreira.
Segundo o texto aprovado, os resíduos sólidos gerados na escola que não puderem ser reutilizados deverão ser descartados em recipientes próprios, seguindo a padronização já existente (como azul para papel e papelão e vermelho para plástico).
A renda da comercialização dos resíduos sólidos recicláveis será usada na compra de materiais e equipamentos para a escola.
A proposta tramitou em caráter conclusivo e poderá seguir para a análise do Senado, a menos que haja recurso para votação, antes, pelo Plenário da Câmara.
Reportagem – Paula Bittar
Edição – Roberto Seabra
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