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Estudantes do 5º ano da rede municipal participam de Avaliação Somativa

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O quinto ano marca o encerramento de um ciclo importante do Ensino Fundamental I, exigindo um balanço geral das habilidades em leitura, escrita e matemática. Com esse objetivo todas as escolas da Rede Municipal estarão realizando no dia 28 de setembro, a Avaliação Somativa, instrumento importante para acompanhar o processo de aprendizagem dos estudantes e identificar os avanços alcançados ao longo do período letivo, para os estudantes que estão se encerrando neste ano, essa série.

A secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo ressalta que essa avaliação contribui para que a equipe escolar tenha uma visão mais ampla do desenvolvimento das crianças, permitindo identificar habilidades já consolidadas e aspectos que ainda precisam ser trabalhados.

“A partir dos resultados, professores e equipe pedagógica podem planejar estratégias que contribuam para o fortalecimento da aprendizagem. A avaliação também contribui para identificar os avanços alcançados e os pontos que ainda necessitam de atenção, oferecendo informações que podem subsidiar o planejamento pedagógico e o desenvolvimento de novas estratégias de ensino”, destacou.

Para a secretária, mais do que verificar resultados, a Avaliação Somativa representa uma ferramenta de acompanhamento do percurso educacional dos estudantes e de fortalecimento das ações voltadas à melhoria da aprendizagem na Rede Municipal.

“Nosso objetivo é utilizar esses resultados para aprimorar o trabalho pedagógico e garantir que cada estudante tenha suas necessidades acompanhadas com atenção, por isso é muito importante a participação dos estudantes e do acompanhamento das famílias nesse processo, destacando que a avaliação faz parte do trabalho pedagógico e contribui para o desenvolvimento integral dos estudantes”, assegurou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Após veto da ALMT, novo presidente do TJ promete retomar reajuste de servidores

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O desembargador José Luiz Leite Lindote, eleito para presidir o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no biênio 2027-2028, pretende reabrir a discussão sobre o reajuste salarial de 6,8% dos servidores do Judiciário. A proposta foi barrada após a Assembleia Legislativa manter o veto do Executivo, mas o futuro presidente da Corte afirma que buscará uma nova negociação com os deputados estaduais e o governo.

Na avaliação de Lindote, o resultado da votação foi influenciado pela falta de entendimento entre as instituições durante a tramitação do projeto. Ele defendeu uma aproximação maior com o Legislativo e o Executivo para construir uma alternativa que permita conceder o aumento à categoria.

“Eu acredito que faltou um melhor diálogo, um melhor consenso em conversas com a Assembleia e com o governador de Estado”, afirmou o desembargador ao comentar o impasse.

Lindote garantiu que pretende reapresentar a proposta e demonstrou confiança na possibilidade de chegar a um acordo. Segundo ele, a nova tentativa deverá ser conduzida por meio de conversas com os parlamentares, com o objetivo de demonstrar a necessidade da recomposição salarial.

O magistrado também argumentou que os vencimentos dos servidores estão defasados e defendeu que a autonomia entre os Poderes seja respeitada na discussão. Para ele, a possibilidade de outros setores do funcionalismo reivindicarem reajustes semelhantes não deve impedir que o Judiciário busque corrigir a remuneração de seus próprios servidores.

A declaração ocorre após a Assembleia Legislativa manter, na quarta-feira (7), o veto integral ao Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa o aumento de 6,8% para os servidores efetivos do Tribunal de Justiça. A votação terminou com 12 votos favoráveis à manutenção do veto e seis contrários, enquanto outros seis deputados estavam ausentes.

O veto havia sido apresentado pelo então governador Mauro Mendes (União Brasil), sob o argumento de que a proposta não apresentava estudos atualizados suficientes sobre o impacto financeiro nem indicava uma fonte permanente de recursos para custear a despesa. O governo também apontou possíveis reflexos sobre as contas públicas e o risco de reivindicações semelhantes em outras carreiras.

Com a decisão dos deputados, o reajuste não poderá ser aplicado nos moldes do projeto barrado. Uma nova tentativa dependerá da construção de outra proposta e da articulação necessária para superar os questionamentos que levaram ao veto.

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