Polícia Federal
Assistência Social divulga calendário de rodas de conversas sobre acolhimento e enfrentamento da violência contra mulher
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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da rede de assistência social do Município, promove uma programação especial em alusão ao Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização, prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher. Entre as atividades estão rodas de conversa realizadas em diferentes equipamentos públicos, com o objetivo de ampliar o diálogo, fortalecer as mulheres e orientar a população sobre direitos e formas de enfrentamento à violência.
As atividades contam com momentos de acolhimento, diálogo e troca de experiências, além de café da manhã para as participantes. A programação envolve mulheres atendidas pelos serviços de convivência e fortalecimento de vínculos e a comunidade em geral.
A programação terá entre as atividades a roda de conversa realizada no CRAS Jardim Glória e no CRAS Cristo Rei, no dia 19 de agosto, às 9h. O encontro abordou a conscientização sobre a violência contra a mulher, reforçando a importância da informação e da busca por apoio diante de situações de violência.
No dia 21 de agosto, a atividade será realizada no CRAS Santa Maria, também às 9h. O encontro terá a participação da psicóloga da unidade, em uma roda de conversa voltada ao acolhimento e à troca de experiências sobre o enfrentamento à violência e o fortalecimento das mulheres.
Já no dia 24 de agosto, a programação segue no Centro de Convivência Vovô Zeid, às 8h30. O encontro contará com uma roda de conversa com a desembargadora Maria Erotides Kneip, proporcionando um momento de diálogo sobre direitos, proteção e enfrentamento à violência contra a mulher.
A programação também terá uma atividade no dia 27 de agosto, o CRAS São Mateus finaliza as rodas de conversas dando continuidade às ações de conscientização realizadas durante o Agosto Lilás. As rodas de conversa buscam aproximar os serviços públicos das mulheres e ampliar o acesso à informação e às redes de proteção.
“As ações integram a mobilização do Agosto Lilás e reforçam o compromisso do Município com a conscientização, o respeito, a dignidade e a proteção das mulheres, destacando a importância de reconhecer os diferentes tipos de violência e buscar ajuda. Durante os encontros, as participantes também recebem orientações sobre os serviços da rede de proteção e assistência social disponíveis no Município. A proposta é criar espaços seguros de escuta e diálogo, fortalecendo vínculos e contribuindo para que mais mulheres conheçam seus direitos e saibam onde procurar acolhimento”, comenta a secretária de Assistência Social, Cristina Saito.
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Após veto da ALMT, novo presidente do TJ promete retomar reajuste de servidores
O desembargador José Luiz Leite Lindote, eleito para presidir o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no biênio 2027-2028, pretende reabrir a discussão sobre o reajuste salarial de 6,8% dos servidores do Judiciário. A proposta foi barrada após a Assembleia Legislativa manter o veto do Executivo, mas o futuro presidente da Corte afirma que buscará uma nova negociação com os deputados estaduais e o governo.
Na avaliação de Lindote, o resultado da votação foi influenciado pela falta de entendimento entre as instituições durante a tramitação do projeto. Ele defendeu uma aproximação maior com o Legislativo e o Executivo para construir uma alternativa que permita conceder o aumento à categoria.
“Eu acredito que faltou um melhor diálogo, um melhor consenso em conversas com a Assembleia e com o governador de Estado”, afirmou o desembargador ao comentar o impasse.
Lindote garantiu que pretende reapresentar a proposta e demonstrou confiança na possibilidade de chegar a um acordo. Segundo ele, a nova tentativa deverá ser conduzida por meio de conversas com os parlamentares, com o objetivo de demonstrar a necessidade da recomposição salarial.
O magistrado também argumentou que os vencimentos dos servidores estão defasados e defendeu que a autonomia entre os Poderes seja respeitada na discussão. Para ele, a possibilidade de outros setores do funcionalismo reivindicarem reajustes semelhantes não deve impedir que o Judiciário busque corrigir a remuneração de seus próprios servidores.
A declaração ocorre após a Assembleia Legislativa manter, na quarta-feira (7), o veto integral ao Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa o aumento de 6,8% para os servidores efetivos do Tribunal de Justiça. A votação terminou com 12 votos favoráveis à manutenção do veto e seis contrários, enquanto outros seis deputados estavam ausentes.
O veto havia sido apresentado pelo então governador Mauro Mendes (União Brasil), sob o argumento de que a proposta não apresentava estudos atualizados suficientes sobre o impacto financeiro nem indicava uma fonte permanente de recursos para custear a despesa. O governo também apontou possíveis reflexos sobre as contas públicas e o risco de reivindicações semelhantes em outras carreiras.
Com a decisão dos deputados, o reajuste não poderá ser aplicado nos moldes do projeto barrado. Uma nova tentativa dependerá da construção de outra proposta e da articulação necessária para superar os questionamentos que levaram ao veto.
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