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Perícias da Politec auxiliam na recuperação de mais de R$ 1 milhão em veículos adulterados

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Entre os meses de agosto e setembro deste ano, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizou 234 perícias em veículos e componentes automotivos com suspeitas de adulteração de sinais identificadores ou provenientes de roubos e furtos. Nesse período, 16 veículos recuperados pela Polícia Civil tiveram confirmadas as adulterações dos sinais identificadores, incluindo número de chassi e numeração de motor, e foram restituídos às vítimas.

Esses veículos recuperados, entre caminhonetes, automóveis e motocicletas de diferentes marcas, somam um valor de mercado estimado em mais de um milhão de reais.

Os laudos periciais, emitidos pela Gerência de Perícias de Identificação Veicular da Politec, são determinantes para a caracterização dos crimes e para a legitimação da propriedade dos veículos, viabilizando que os bens recuperados sejam oficialmente restituídos a seus donos, após o processo de remarcação junto ao Detran, conforme prevê a legislação vigente.

Além das análises técnicas, a equipe da Gerência também participou de importantes operações integradas de segurança pública, como as operações “Compra Segura”, da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos, e as operações “Lei Seca” e “Tolerância Zero Sobre Duas Rodas”, coordenadas pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

Para o gerente da unidade, perito oficial criminal Joel Paim, os resultados refletem a importância da perícia técnica para a investigação de crimes e na devolução de bens à sociedade.

Cada laudo representa não apenas a recuperação de um patrimônio, mas também o fortalecimento da confiança do cidadão nas instituições públicas. A atuação técnica e criteriosa da Politec reforça o compromisso da instituição com a defesa do patrimônio da sociedade e o enfrentamento qualificado à criminalidade, assegurando que a verdade científica contribua diretamente para a Justiça e para a sensação de segurança da população”, destacou.

Fonte: Governo MT – MT

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Desembargadora compartilha reflexões sobre “Comunicação Não Violenta” com adolescentes

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Mulher de vestido verde discursa ao microfone para uma plateia de jovens sentados em cadeiras. Uma caixa de som preta está no chão em primeiro plano.A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ministrou, na manhã desta sexta-feira (7), a palestra “Comunicação Não Violenta” para adolescentes participantes do projeto “15 Anos Solidário: Realizando Sonhos, Construindo Cidadania”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Nossa Senhora do Livramento.

O encontro foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e reuniu 47 adolescentes que completam 15 anos em 2026 e integram a quarta edição da iniciativa. O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social das adolescentes, fortalecer a autoestima, superar situações de vulnerabilidade e incentivar o protagonismo juvenil por meio de atividades realizadas ao longo do ano.

Durante a palestra, a desembargadora explicou que a Comunicação Não Violenta propõe um diálogo baseado em quatro pilares: observar sem julgar, reconhecer sentimentos, identificar necessidades e formular pedidos claros. Segundo a magistrada, essa prática ajuda a construir relações mais respeitosas e empáticas.

“É o terceiro ano que fomos convidados e tem sido muito prazeroso participar desse projeto. Queremos proporcionar a essas meninas um momento para pensar no futuro e acreditar nos próprios sonhos. A Comunicação Não Violenta é uma ferramenta que faz diferença na vida de qualquer ser humano, especialmente de quem está nos verdes anos da juventude”, afirmou.

Na sequência, as debutantes participaram de Círculos de Construção de Paz, com atividades voltadas ao autoconhecimento e à construção de projetos de vida. “Hoje o ser humano sente muito a falta de ser escutado. Uma das grandes bandeiras dos Círculos de Construção de Paz é justamente aprender a ouvir com atenção, respeito e foco na paz”, acrescentou a desembargadora.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth Oliveira, a presença da magistrada representa inspiração para as adolescentes. “Trazer a desembargadora Clarice para falar com essas meninas é muito significativo. Ela tem uma história de vida simples e hoje ocupa um espaço de destaque no Judiciário. Isso mostra às adolescentes que elas também podem sonhar e conquistar seus objetivos”, disse.

Foto em plano médio de uma jovem negra de cabelos cacheados curtos e óculos de grau, sorrindo suavemente. Ao fundo, uma cortina persiana azul.Participante do projeto, a estudante Thaiany Acosta, de 15 anos, contou que saiu do encontro mais confiante em relação ao futuro. “Foi muito gratificante e motivador. Quero lembrar desse momento lá na frente e usar isso como um degrau para alcançar meus sonhos. Pretendo ser advogada criminalista ou arquiteta paisagista e ajudar outras meninas a persistirem nos próprios sonhos”, comentou.
Já a estudante Geovana Ranyelly, também de 15 anos, ressaltou o aprendizado sobre diálogo e paciência. “A roda de conversa foi maravilhosa, nós conversamos muito. Também aprendi sobre comunicação não violenta, a ter um pouco mais de paciência, saber conversar e me comunicar, e isso me motiva muito. Meu sonho é fazer faculdade. Quero me formar em Agronomia ou ser uma grande empresária”, pontuou.

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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