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MPMT prestigia abertura da temporada 2026 do Sesi dedicada às mulheres

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participou, no sábado (07.03), da abertura da temporada 2026 do projeto Sesi no Teatro, realizada no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, em Cuiabá.
A instituição foi representada pela subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Januária Dorilêo, que destacou a relevância da cultura como instrumento de promoção e valorização da mulher.

O evento marcou o início da programação anual do Sesi com o concerto “Elas”, apresentado pela Orquestra Sesi Mato Grosso. Inspirado pelo Dia Internacional da Mulher, o espetáculo celebrou a força feminina por meio da música, reunindo diferentes estilos, intérpretes e composições sob a regência do maestro convidado Fabrício Carvalho.
Entre os momentos de destaque, esteve a homenagem à compositora Chiquinha Gonzaga, referência histórica da música brasileira e símbolo de resistência e inovação. A programação também contou com apresentações de Tay Rodrigues, Akane, Marih e Estela, que levaram ao palco interpretações marcantes de repertórios nacionais e internacionais.
A subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Januária Dorilêo, destacou a parceria com a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt).
“Nos próximos dias, o Ministério Público celebrará um termo de cooperação técnica com a federação. Estaremos presentes em diversas iniciativas voltadas ao combate à violência doméstica, promovendo ações educativas, de conscientização e de prevenção. Essas atividades estão previstas em escolas do Sesi, em espaços públicos e também no Shopping Pantanal, com o objetivo de ampliar o diálogo com a sociedade, informar sobre direitos e fortalecer a rede de proteção às mulheres”, informou.
Durante a abertura, o presidente do Sistema Fiemt, Silvio Rangel, destacou a missão institucional do Sesi em ampliar a participação da sociedade em atividades culturais.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Tribunal do Júri condena empresário por duplo homicídio doloso

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O empresário Richard Gaertner foi condenado pelo Tribunal do Júri de Primavera do Leste (234 km de Cuiabá), nesta quinta-feira (08), a 19 anos, sete meses e 20 dias de reclusão pelo atropelamento que resultou na morte de Ayle da Silva Strub Veiga e Leandro José Brem, em 2011.O julgamento contou com atuação da promotora de Justiça Fernanda Luiza Mendonca Siscar, que sustentou a acusação pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O Conselho de Sentença acolheu a tese ministerial e reconheceu a prática de duplo homicídio qualificado por perigo comum e pelo recurso que dificultou a defesa das vítimas. Conforme demonstrado durante o julgamento, o crime ocorreu na saída do estabelecimento “Sexy a Mil”, localizado às margens da BR-070, em Primavera do Leste.De acordo com as provas reunidas ao longo da instrução processual, Richard Gaertner chegou ao local já consumindo bebida alcoólica e continuou ingerindo bebidas durante sua permanência no estabelecimento.Ao deixar o local, conduzia uma caminhonete pela mesma faixa de trânsito em que trafegava a motocicleta ocupada por Ayle da Silva Strub Veiga e Leandro José Brem. O veículo atingiu a traseira da motocicleta, provocando a morte das duas vítimas.Após o atropelamento, o empresário fugiu sem prestar socorro às vítimas e, segundo os autos, tentou ocultar a caminhonete utilizada no crime. A imputação relacionada à fuga do local, contudo, teve a punibilidade extinta em razão da prescrição reconhecida pela Justiça.O caso teve início em 2015, com o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público, recebida pelo Poder Judiciário em 2016. Nos anos seguintes, foi necessária a expedição de cartas precatórias para a localização e intimação de testemunhas e do acusado. A primeira audiência de instrução ocorreu apenas em 2023, após a constituição de defesa técnica pelo réu.Ao fixar a pena em 19 anos, sete meses e 20 dias de reclusão, o juízo determinou a execução imediata da condenação, com fundamento no entendimento do Supremo Tribunal Federal acerca da soberania dos veredictos do Tribunal do Júri.A decisão considerou que o Conselho de Sentença optou por uma das teses apresentadas em plenário pelas partes, mantendo a condenação pelo duplo homicídio qualificado.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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