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Moradores de Cuiabá e Sorriso ganham R$ 100 mil em sorteio do Nota MT

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O programa Nota MT, do Governo de Mato Grosso, realizou nesta quinta-feira (9.10) o sorteio referente ao mês de setembro de 2025. Ao todo, 1.009 consumidores cadastrados que pediram o CPF na nota foram premiados, com uma premiação total de R$ 900 mil. A edição contou com mais de 4,2 milhões de bilhetes gerados.

Os dois prêmios principais, de R$ 100 mil cada, foram para moradores de Cuiabá e Sorriso. Já os três prêmios de R$ 50 mil foram sorteados para participantes de Cuiabá, Sorriso e Lucas do Rio Verde. Os prêmios de R$ 10 mil contemplaram consumidores de Cuiabá, Poconé, Sinop, Barra do Garças e Pontes e Lacerda. Outros 900 contribuintes foram sorteados com R$ 500 cada, sendo que um dos participantes foi sorteado duas vezes nesse valor.

O sorteio foi conduzido pelo secretário-adjunto de Projetos Estratégicos da Sefaz, Vinícius Simioni, que destacou o impacto do programa na arrecadação e na política de investimentos do Estado:

“O Nota MT reforça o compromisso da população com a cidadania fiscal e fortalece o comércio local. Com mais notas emitidas, o Estado arrecada de forma mais justa e consegue transformar esse recurso em investimentos em saúde, educação, segurança e infraestrutura”, afirmou.

Este foi o 89º sorteio do Nota MT, programa que promove a cidadania fiscal e estimula a emissão de notas fiscais, gerando benefícios diretos para consumidores e para instituições sociais cadastradas. Além dos sorteios mensais, os participantes acumulam pontos que podem ser trocados por desconto no IPVA.

Como participar

Para concorrer, basta se cadastrar no site www.nota.mt.gov.br ou no aplicativo oficial do programa, e solicitar a inclusão do CPF na nota no momento da compra. O participante também pode escolher instituições sociais para serem beneficiadas com parte dos recursos.

Fonte: Governo MT – MT

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Júri de policiais penais é adiado após dissolução do conselho

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O julgamento de três réus, dois deles policiais penais, acusados de envolvimento no homicídio de Giovanni Henrique Oliveira Lopes, ocorrido em 2018, foi interrompido nesta terça-feira (13) após a dissolução do Conselho de Sentença. A decisão foi proferida pelo Juízo responsável pelo caso em razão da apresentação, pela defesa, de um relatório sigiloso que não constava nos autos disponíveis na Comarca de Primavera do Leste.A controvérsia sobre o documento foi levantada pelos advogados dos réus, que sustentaram que o relatório já havia sido juntado ao processo quando o feito tramitava na Comarca de Poxoréu. Segundo a defesa, o material não teria sido encaminhado quando os autos foram transferidos para Primavera do Leste, após o desaforamento do julgamento.Os promotores de Justiça Fabison Miranda Cardoso e Eduardo Antônio Ferreira Zaque, integrantes do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (GaeJúri) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), manifestaram-se pela impugnação do relatório, sustentando a impossibilidade de utilização do documento nas circunstâncias apresentadas e prosseguimento do Júri.“Após a oitiva de várias testemunhas, a defesa apresentou um relatório supostamente sigiloso. O processo tramitava em Poxoréu e foi desaforado para Primavera do Leste. Quando os autos foram encaminhados, esse anexo sigiloso não foi enviado. Todos fomos surpreendidos em plenário. O Ministério Público suscitou questão de ordem para que o relatório fosse excluído ou não fosse utilizado”, explicou o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso.Diante da situação, a magistrada determinou a dissolução do Conselho de Sentença e redesignou o julgamento para o dia 20 de janeiro de 2027, às 8h. Antes da interrupção dos trabalhos, dez testemunhas chegaram a ser ouvidas em plenário.“Com a dissolução do Conselho de Sentença, é designada uma nova data para o julgamento. Um novo conselho será sorteado e as testemunhas arroladas pelo Ministério Público, pela defesa e pela assistência de acusação voltarão a ser ouvidas. O Júri recomeça desde o início, com novo sorteio dos jurados, já que os integrantes do conselho dissolvido tiveram contato direto com os fatos discutidos nesta sessão”, explicou o promotor de Justiça Eduardo Antônio Ferreira Zaque.O processo apura o assassinato de Giovanni Henrique Oliveira Lopes, ocorrido em 1º de maio de 2018, em Poxoréu. Conforme a denúncia do Ministério Público, após uma discussão iniciada durante o evento denominado Encontro de Violeiros, a vítima foi perseguida até uma residência, onde foi atingida por disparo de arma de fogo.Respondem ao júri o policial penal Fábio Domingos, acusado de homicídio qualificado por recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima e apontado pelo Ministério Público como autor do disparo fatal; o policial penal Carlos Jesus de Oliveira, denunciado por homicídio qualificado em concurso de pessoas; e Josane Francisca Dias de Souza, denunciada por disparo de arma de fogo.Segundo a acusação, durante a discussão ocorrida no estacionamento da festa, Josane Francisca Dias de Souza, esposa de Fábio Domingos, teria efetuado um disparo que atingiu a lataria do veículo conduzido por Giovanni Henrique Oliveira Lopes.Também figurava entre os denunciados por homicídio qualificado Patrício Francisco Dias, apontado pelo Ministério Público como participante da ação criminosa em concurso de pessoas. O processo em relação a ele, entretanto, foi extinto em razão de seu falecimento.De acordo com a denúncia, após a discussão ocorrida durante a festa, Fábio Domingos, Carlos Jesus de Oliveira e Patrício Francisco Dias teriam seguido a vítima e invadido a residência onde ela se encontrava, apresentando-se como policiais. Conforme a acusação, Giovanni Henrique Oliveira Lopes foi surpreendido dentro do imóvel e atingido por um disparo na cabeça, na frente do filho de 4 anos, na época.Com o adiamento, o caso voltará a ser submetido ao Tribunal do Júri em janeiro do próximo ano, quando um novo Conselho de Sentença será constituído para analisar as acusações formuladas pelo Ministério Público e as teses apresentadas pelas defesas.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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