Mato Grosso
Investigação da Polícia Civil culmina na prisão de dois faccionados e na apreensão de um menor em Colniza
Mato Grosso
A Polícia Civil prendeu dois suspeitos em Colniza investigados por integrar uma facção criminosa e envolvimento em crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
A ação foi realizada entre os dias 14 e 18 de fevereiro, após denúncia de atividades ilícitas praticadas por uma facção criminosa, atuante na região.
Um adolescente de 16 anos também foi apreendido sob suspeita de envolvimento nos mesmos crimes, em procedimento equivalente ao dos adultos detidos.
Conforme a investigação, uma residência situada no Centro da cidade funcionava como ponto de comércio de drogas. Chegando ao local, após dias de diligências investigativas, os policiais constataram a prática criminosa.
No local, os policiais apreenderam substâncias análogas à cocaína, além de embalagens e dinheiro, evidenciando o tráfico ilícito de drogas. Uma mulher de 23 anos também foi detida, em flagrante.
Durante as investigações, a polícia identificou e deteve um segundo suspeito, de 19 anos, no bairro Cidade Alta. Na mesma operação, um adolescente de 16 anos também foi localizado e conduzido. Com eles, foram recolhidos maconha, ecstasy, cocaína, diversas embalagens tipo zip-lock, dinheiro e uma motocicleta utilizada para a distribuição dos entorpecentes.
Os suspeitos e todo material apreendido foram levados até a Delegacia de Colniza para as devidas providências legais cabíveis.
A Polícia Civil segue com as investigações com intuito de identificar e prender mais envolvidos.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Desembargadora compartilha reflexões sobre “Comunicação Não Violenta” com adolescentes
A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ministrou, na manhã desta sexta-feira (7), a palestra “Comunicação Não Violenta” para adolescentes participantes do projeto “15 Anos Solidário: Realizando Sonhos, Construindo Cidadania”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Nossa Senhora do Livramento.O encontro foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e reuniu 47 adolescentes que completam 15 anos em 2026 e integram a quarta edição da iniciativa. O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social das adolescentes, fortalecer a autoestima, superar situações de vulnerabilidade e incentivar o protagonismo juvenil por meio de atividades realizadas ao longo do ano.
Durante a palestra, a desembargadora explicou que a Comunicação Não Violenta propõe um diálogo baseado em quatro pilares: observar sem julgar, reconhecer sentimentos, identificar necessidades e formular pedidos claros. Segundo a magistrada, essa prática ajuda a construir relações mais respeitosas e empáticas.
“É o terceiro ano que fomos convidados e tem sido muito prazeroso participar desse projeto. Queremos proporcionar a essas meninas um momento para pensar no futuro e acreditar nos próprios sonhos. A Comunicação Não Violenta é uma ferramenta que faz diferença na vida de qualquer ser humano, especialmente de quem está nos verdes anos da juventude”, afirmou.Na sequência, as debutantes participaram de Círculos de Construção de Paz, com atividades voltadas ao autoconhecimento e à construção de projetos de vida. “Hoje o ser humano sente muito a falta de ser escutado. Uma das grandes bandeiras dos Círculos de Construção de Paz é justamente aprender a ouvir com atenção, respeito e foco na paz”, acrescentou a desembargadora.
Para a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth Oliveira, a presença da magistrada representa inspiração para as adolescentes. “Trazer a desembargadora Clarice para falar com essas meninas é muito significativo. Ela tem uma história de vida simples e hoje ocupa um espaço de destaque no Judiciário. Isso mostra às adolescentes que elas também podem sonhar e conquistar seus objetivos”, disse.
Participante do projeto, a estudante Thaiany Acosta, de 15 anos, contou que saiu do encontro mais confiante em relação ao futuro. “Foi muito gratificante e motivador. Quero lembrar desse momento lá na frente e usar isso como um degrau para alcançar meus sonhos. Pretendo ser advogada criminalista ou arquiteta paisagista e ajudar outras meninas a persistirem nos próprios sonhos”, comentou.
Já a estudante Geovana Ranyelly, também de 15 anos, ressaltou o aprendizado sobre diálogo e paciência. “A roda de conversa foi maravilhosa, nós conversamos muito. Também aprendi sobre comunicação não violenta, a ter um pouco mais de paciência, saber conversar e me comunicar, e isso me motiva muito. Meu sonho é fazer faculdade. Quero me formar em Agronomia ou ser uma grande empresária”, pontuou.-
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