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Estudantes devem publicar vídeos sobre prevenção de incêndios até dia 14; mais curtidos ganham tablets

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Os estudantes das cinco Escolas Estaduais Militares Dom Pedro II, em Mato Grosso, têm até sexta-feira (14.11) para participar do Desafio Repórter Sentinelas do Amanhã, promovido pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

O desafio propõe que os alunos produzam vídeos sobre o tema “Como prevenir e evitar queimadas e incêndios florestais”, com o objetivo de estimular a conscientização de crianças e adolescentes sobre o uso responsável do fogo, além da importância da educação e da conservação ambiental.

A iniciativa faz parte do programa Sentinelas do Amanhã, desenvolvido ao longo deste ano pela corporação. O projeto capacitou cerca de 1,1 mil educadores sobre o tema, que, por sua vez, repassaram o conteúdo a centenas de alunos, ampliando o alcance das ações de conscientização nas escolas.

Para participar do desafio, os estudantes devem produzir vídeos de até um minuto, no formato de entrevista, em que o participante atua como repórter, fazendo perguntas a um responsável, a um familiar ou a outro adulto sobre os conteúdos aprendidos em sala de aula relacionados à prevenção de queimadas e incêndios florestais.

Os vídeos devem ser publicados no Instagram das escolas militares, marcando o perfil oficial do Corpo de Bombeiros Militar (@CBMMT) e mencionando o nome do aluno responsável pela produção. As postagens devem incluir as hashtags #cbmmt #meioambiente #bombeiros #salvamento #diganaoasqueimadas.

Os vídeos que receberem mais curtidas serão premiados com tablets. Cada escola terá um aluno vencedor, que também indicará o professor tutor responsável por apresentar o conteúdo do programa Sentinelas do Amanhã, valorizando o papel dos educadores nesse processo. Ao todo, serão entregues 10 tablets, sendo cinco para os alunos vencedores e cinco para os professores indicados.

“Formar crianças e jovens conscientes e engajados é fundamental para promover uma cultura de responsabilidade ambiental e reduzir o uso irregular do fogo, tanto no campo quanto na cidade. A iniciativa busca despertar o protagonismo juvenil e incentivar o uso das redes sociais de forma consciente, como instrumentos de aprendizado e transformação positiva”, concluiu o comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), tenente-coronel Rafael Ribeiro Marcondes.

Confira o regulamento completo.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Júri de policiais penais é adiado após dissolução do conselho

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O julgamento de três réus, dois deles policiais penais, acusados de envolvimento no homicídio de Giovanni Henrique Oliveira Lopes, ocorrido em 2018, foi interrompido nesta terça-feira (13) após a dissolução do Conselho de Sentença. A decisão foi proferida pelo Juízo responsável pelo caso em razão da apresentação, pela defesa, de um relatório sigiloso que não constava nos autos disponíveis na Comarca de Primavera do Leste.A controvérsia sobre o documento foi levantada pelos advogados dos réus, que sustentaram que o relatório já havia sido juntado ao processo quando o feito tramitava na Comarca de Poxoréu. Segundo a defesa, o material não teria sido encaminhado quando os autos foram transferidos para Primavera do Leste, após o desaforamento do julgamento.Os promotores de Justiça Fabison Miranda Cardoso e Eduardo Antônio Ferreira Zaque, integrantes do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (GaeJúri) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), manifestaram-se pela impugnação do relatório, sustentando a impossibilidade de utilização do documento nas circunstâncias apresentadas e prosseguimento do Júri.“Após a oitiva de várias testemunhas, a defesa apresentou um relatório supostamente sigiloso. O processo tramitava em Poxoréu e foi desaforado para Primavera do Leste. Quando os autos foram encaminhados, esse anexo sigiloso não foi enviado. Todos fomos surpreendidos em plenário. O Ministério Público suscitou questão de ordem para que o relatório fosse excluído ou não fosse utilizado”, explicou o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso.Diante da situação, a magistrada determinou a dissolução do Conselho de Sentença e redesignou o julgamento para o dia 20 de janeiro de 2027, às 8h. Antes da interrupção dos trabalhos, dez testemunhas chegaram a ser ouvidas em plenário.“Com a dissolução do Conselho de Sentença, é designada uma nova data para o julgamento. Um novo conselho será sorteado e as testemunhas arroladas pelo Ministério Público, pela defesa e pela assistência de acusação voltarão a ser ouvidas. O Júri recomeça desde o início, com novo sorteio dos jurados, já que os integrantes do conselho dissolvido tiveram contato direto com os fatos discutidos nesta sessão”, explicou o promotor de Justiça Eduardo Antônio Ferreira Zaque.O processo apura o assassinato de Giovanni Henrique Oliveira Lopes, ocorrido em 1º de maio de 2018, em Poxoréu. Conforme a denúncia do Ministério Público, após uma discussão iniciada durante o evento denominado Encontro de Violeiros, a vítima foi perseguida até uma residência, onde foi atingida por disparo de arma de fogo.Respondem ao júri o policial penal Fábio Domingos, acusado de homicídio qualificado por recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima e apontado pelo Ministério Público como autor do disparo fatal; o policial penal Carlos Jesus de Oliveira, denunciado por homicídio qualificado em concurso de pessoas; e Josane Francisca Dias de Souza, denunciada por disparo de arma de fogo.Segundo a acusação, durante a discussão ocorrida no estacionamento da festa, Josane Francisca Dias de Souza, esposa de Fábio Domingos, teria efetuado um disparo que atingiu a lataria do veículo conduzido por Giovanni Henrique Oliveira Lopes.Também figurava entre os denunciados por homicídio qualificado Patrício Francisco Dias, apontado pelo Ministério Público como participante da ação criminosa em concurso de pessoas. O processo em relação a ele, entretanto, foi extinto em razão de seu falecimento.De acordo com a denúncia, após a discussão ocorrida durante a festa, Fábio Domingos, Carlos Jesus de Oliveira e Patrício Francisco Dias teriam seguido a vítima e invadido a residência onde ela se encontrava, apresentando-se como policiais. Conforme a acusação, Giovanni Henrique Oliveira Lopes foi surpreendido dentro do imóvel e atingido por um disparo na cabeça, na frente do filho de 4 anos, na época.Com o adiamento, o caso voltará a ser submetido ao Tribunal do Júri em janeiro do próximo ano, quando um novo Conselho de Sentença será constituído para analisar as acusações formuladas pelo Ministério Público e as teses apresentadas pelas defesas.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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