Mato Grosso
Corpo de Bombeiros busca três pescadores desaparecidos no rio Jauru
Mato Grosso
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realiza, nesta sexta-feira (26.9), a busca por três pescadores vítimas de afogamento no lago do Rio Jauru, represa de uma usina hidrelétrica, no distrito de Lucialva, no município de Jauru (a 405,7 km de Cuiabá).
Segundo o capitão BM Cristhian Lorhan Ferreira Borges, comandante da 8ª Companhia Independente Bombeiro Militar (8ª CIBM), a equipe foi acionada às 5h40 por um policial militar do município de Jauru, que comunicou o desaparecimento de quatro pescadores no lago, por volta da meia-noite de quinta-feira (25).
“A polícia nos informou sobre a ocorrência envolvendo quatro pessoas e imediatamente mobilizamos nossas equipes de mergulhadores. Em seguida, recebemos a informação de que uma das vítimas havia sido localizada por populares. Seguimos agora com as equipes empenhadas na busca pelas demais vítimas”, afirmou.
Mergulhadores, com o apoio de uma embarcação e de um equipamento sonar, seguem com as buscas no lago. Informações preliminares indicam que a profundidade da água varia entre 15 e 20 metros, o que torna a operação mais complexa.
“Estamos utilizando um equipamento sonar, que emite ondas sonoras para auxiliar na localização das vítimas. Trata-se de uma tecnologia avançada, recentemente incorporada às nossas operações, e que está sendo empregada neste caso para localizar os desaparecidos”, concluiu.
*Sob supervisão da SD Karine Miranda
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Desembargadora compartilha reflexões sobre “Comunicação Não Violenta” com adolescentes
A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ministrou, na manhã desta sexta-feira (7), a palestra “Comunicação Não Violenta” para adolescentes participantes do projeto “15 Anos Solidário: Realizando Sonhos, Construindo Cidadania”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Nossa Senhora do Livramento.O encontro foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e reuniu 47 adolescentes que completam 15 anos em 2026 e integram a quarta edição da iniciativa. O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social das adolescentes, fortalecer a autoestima, superar situações de vulnerabilidade e incentivar o protagonismo juvenil por meio de atividades realizadas ao longo do ano.
Durante a palestra, a desembargadora explicou que a Comunicação Não Violenta propõe um diálogo baseado em quatro pilares: observar sem julgar, reconhecer sentimentos, identificar necessidades e formular pedidos claros. Segundo a magistrada, essa prática ajuda a construir relações mais respeitosas e empáticas.
“É o terceiro ano que fomos convidados e tem sido muito prazeroso participar desse projeto. Queremos proporcionar a essas meninas um momento para pensar no futuro e acreditar nos próprios sonhos. A Comunicação Não Violenta é uma ferramenta que faz diferença na vida de qualquer ser humano, especialmente de quem está nos verdes anos da juventude”, afirmou.Na sequência, as debutantes participaram de Círculos de Construção de Paz, com atividades voltadas ao autoconhecimento e à construção de projetos de vida. “Hoje o ser humano sente muito a falta de ser escutado. Uma das grandes bandeiras dos Círculos de Construção de Paz é justamente aprender a ouvir com atenção, respeito e foco na paz”, acrescentou a desembargadora.
Para a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth Oliveira, a presença da magistrada representa inspiração para as adolescentes. “Trazer a desembargadora Clarice para falar com essas meninas é muito significativo. Ela tem uma história de vida simples e hoje ocupa um espaço de destaque no Judiciário. Isso mostra às adolescentes que elas também podem sonhar e conquistar seus objetivos”, disse.
Participante do projeto, a estudante Thaiany Acosta, de 15 anos, contou que saiu do encontro mais confiante em relação ao futuro. “Foi muito gratificante e motivador. Quero lembrar desse momento lá na frente e usar isso como um degrau para alcançar meus sonhos. Pretendo ser advogada criminalista ou arquiteta paisagista e ajudar outras meninas a persistirem nos próprios sonhos”, comentou.
Já a estudante Geovana Ranyelly, também de 15 anos, ressaltou o aprendizado sobre diálogo e paciência. “A roda de conversa foi maravilhosa, nós conversamos muito. Também aprendi sobre comunicação não violenta, a ter um pouco mais de paciência, saber conversar e me comunicar, e isso me motiva muito. Meu sonho é fazer faculdade. Quero me formar em Agronomia ou ser uma grande empresária”, pontuou.-
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