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Viva Maria se une às homenagens à Malunga Léa Garcia no Carnaval

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Oi, oi, malungas e malungos que estão ligados nesse nosso programa com a mesma força que, nesta edição se expressa na palavra Malunga de origem banto cujo significado tem a ver com o companheirismo em relação às pessoas com quem compartilhamos nossa caminhada na vida! Não por acaso, a Mocidade Alegre, campeã do Carnaval de São Paulo este ano batizou seu enredo em homenagem à atriz Léa Garcia com o termo  “Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra!”

Como bem disse o  carnavalesco Caio Araújo : “Léa Garcia merecia ser campeã com essa homenagem.”

 Viva Maria compartilha esse mesmo sentimento já que Léa Garcia na arte e na vida foi uma grande “Malunga”.

Léa construiu uma trajetória histórica no teatro, no cinema e na televisão, atravessando gerações e abrindo caminhos para artistas pretos no Brasil.

Mais do que um desfile campeão, a vitória consagra uma memória. A avenida virou palco para celebrar uma mulher preta como deusa, protagonista e símbolo de permanência.

“Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra”.  E junto com a gente nesta exaltação está Claudia Alexandre,  uma jornalista paulistana, escritora, apresentadora de TV, professora, pesquisadora e doutora em ciência da religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que pesquisa samba e religiões de matriz africana.   Ninguém melhor do que ela para estar com a gente nesta edição! 


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria é tema de pesquisa sobre comunicação e cidadania

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O programa Viva Maria desta segunda-feira, 17, segue em ritmo de celebração pelos seus 45 anos, com o projeto “Viva Maria na Academia”. Lançado em março deste ano, o projeto já identificou cerca de 30 trabalhos acadêmicos que têm o programa como objeto de pesquisa e analisam sua trajetória e contribuição para a comunicação pública e para a luta pelos direitos das mulheres.

A convidada desta edição é a jornalista paraense Gabriela Sobral Marques Feitosa, autora do trabalho “Viva Maria: uma voz em prol das mulheres no rádio”, defendido em 2012, no Instituto de Educação Superior de Brasília, o IESB.

Gabriela conta que seu interesse pelo programa surgiu depois de assistir, na TV Brasil, a uma reportagem do Caminhos da Reportagem sobre a trajetória de Mara Régia e sua atuação na Rádio Nacional da Amazônia. Paraense e amazônida, a pesquisadora se identificou com a relação construída pelo programa com as mulheres da região e com a capacidade do rádio de levar informação e cidadania.

Para desenvolver a pesquisa, Gabriela consultou arquivos dos jornais Correio Braziliense e Jornal de Brasília, além de bibliografia sobre mobilização social, comunicação popular e educomunicação. A partir da análise de conteúdo de diferentes edições do programa, ela investigou a contribuição do Viva Maria para a mobilização das mulheres e para a comunicação de interesse público.

O trabalho também aborda a relação do programa com o movimento de mulheres e destaca referências como o Centro Feminista de Estudos e Assessoria, o CFEMEA.

Na entrevista, Gabriela fala ainda sobre a importância de preservar, por meio da pesquisa acadêmica, a memória de um programa que há 45 anos articula informação, cidadania e defesa dos direitos das mulheres pelas ondas do rádio.

O Viva Maria também convida pesquisadores que tenham produzido artigos, trabalhos de conclusão de curso, dissertações ou teses sobre o programa a participar do projeto “Viva Maria na Academia”. Os interessados podem enviar informações sobre suas pesquisas para: vivamariaano45@gmail.com.


Fonte: EBC Cultura

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