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RJ: Iphan abre programação do Mês da Consciência Negra neste sábado

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Começa neste sábado (8), no Rio de Janeiro, mais uma edição do ciclo de eventos do Mês da Consciência Negra realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Com o tema “Patrimônio e Reparação”, a agenda, que vai até início de dezembro em todo o país, busca valorizar o patrimônio cultural de matriz africana como elemento essencial na construção da justiça social e dos direitos da população negra.

A coordenadora do Comitê Permanente de Proteção do Patrimônio de Matriz Africana do Iphan, Aretha Santos, antecipa alguns detalhes da programação.

 “Ao todo são mais de 40 ações em todo o Brasil, realizadas pelas unidades do Iphan. E o Rio de Janeiro se destaca como o estado com o maior número de iniciativas. São cerca de 15 eventos, que inclui rodas de samba, exposições, oficinas e debates”.

 No Rio, as atividades ocorrem na região central e nas zonas sul e oeste da cidade. Entre os destaques estão exposições no Paço Imperial, prédio histórico que colocou em cartaz mostras de grandes nomes da arte contemporânea, entre eles Maria Bonomi, Voluspa Jarpa, Analu Cunha e João Modé.   

Ainda como parte do Mês da Consciência Negra, será realizada a Caravana África Diversa, festival que vai reunir expressões culturais afro-brasileiras entre os dias 22 e 30 de novembro, no Centro Nacional de Referência Cultural e de Pesquisa do Iphan.

A agenda completa com os locais e horários para acesso do público pode ser consultada no site do instituto.

 


Fonte: EBC Cultura

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Nova edição do projeto Cariri Cangaço começa nesta quinta

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A cidade pernambucana de Betânia recebe mais uma edição do projeto Cariri Cangaço, desta vez no mês em que se relembra o Massacre de Angico, ocorrido em 28 de julho de 1938. Na ocasião, o bando de Lampião foi surpreendido e emboscado por tropas policiais na Grota do Angico, interior do estado de Sergipe, culminando com a morte do líder, de Maria Bonita e outros cangaceiros.

No evento, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até o próximo sábado (18), entre os principais atrativos estão as visitas a locais históricos da cidade de Betânia ligados ao cangaço. Estão previstas visitas aos sítios Taboquinha, Saco dos Pequenos e Melância, à comunidade Jurema e ao Centro de Betânia, onde serão abordados acontecimentos ligados à trajetória de Lampião e outros personagens ligados ao movimento cangaceiro.

A abertura do projeto é nesta quinta-feira, às 18h, no Clube Oásis do Sertão, com entrega de comendas para familiares das Volantes, dos Cangaceiros e das vítimas do bando de Lampião. Além da exibição do curta-metragem Achei no Sertão, do fotógrafo Aldamir Júnior, o evento tem a apresentação do grupo de xaxado Os Navieiros, e palestra com o historiador e pesquisador Louro Teles, autor do livro A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a invasão de Calumbi

Outro destaque é o lançamento do livro Martírio no Cangaço da escritora e pesquisadora Luma Hollanda, que aborda a vida e a trágica morte da cangaceira Lídia e de sua relação com Zé Baiano, outro membro do bando de Lampião. Luma é membro da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino e do Grupo Sergipano de Estudos do Cangaço.

Criado em 2009 pelo cearense Manoel Severo, o Seminário Cariri Cangaço nasceu em Paulo Afonso, na Bahia, durante as comemorações do Centenário de Maria Bonita. Ao longo dos anos se transformou em um evento itinerante de grande alcance, promovendo o debate, a pesquisa e o fortalecimento da história e da identidade cultural do sertão nordestino.
 


Fonte: EBC Cultura

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