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Olodum completa 47 anos com festa na Bahia

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Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.

Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.

A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.


O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho
O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho

O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho – Sayonara Moreno/Agência Brasil

No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.

 Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.

A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.

As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
 


Fonte: EBC Cultura

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Círio de Nazaré: milhares de devotos visitam imagem de Nossa Senhora

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Milhares de fiéis vindos de outros estados e países e, principalmente, os devotos paraenses tomaram as ruas de Belém do Pará, nesse domingo (11), durante o ponto alto da programação do Círio de Nazaré.

Nesta segunda-feira, a fila de devotos em visita ao Santuário já é gigantesca, e deve continuar assim ao longo dos próximos dias. A visitação à Imagem Peregrina ocorre diariamente, de 8h a 21h.

O evento religioso tem como tema deste ano “Maria, Mãe Missionária que nos dá Jesus”, e reuniu 2 milhões de pessoas em sua principal romaria, considerada a maior procissão católica do mundo.

Foram pouco mais de 5 horas de percurso da chamada “transladação”, no trajeto de 3,6 quilômetros que leva a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré da Catedral de Belém até a Basílica Santuário. 

Ao longo da programação do Círio, são realizadas 14 procissões. As próximas saídas da imagem peregrina do Santuário serão durante as demais procissões previstas:

  • Dia 17 de outubro, a Ciclo Romaria, saindo do Santuário a partir de 8h;
  • Na mesma data, tem Missa e Romaria da Juventude a partir de 15h;
  • No dia seguinte, às 8h, também saindo do Santuário, tem a Romaria das Crianças.

Até o dia 26 de outubro, quando serão encerradas as festividades, haverá outras procissões. A programação, incluindo o horário das missas, está disponível no site do Círio de Nazaré.

Patrimônio da Humanidade

Com mais de 230 anos de história, a celebração é considerada, desde 2013, Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco.

O Círio também é reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil desde 2004.


Fonte: EBC Cultura

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