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No Rio, Palácio Gustavo Capanema é reaberto ao público

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O Palácio Gustavo Capanema, no centro do Rio de Janeiro, foi reaberto para visitação pública nesta quinta-feira (7). Uma parceria entre o Ministério da Cultura e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro vai possibilitar as visitas educativas com mediação de estudantes.

O agendamento para a visitação pode ser feito pelo site do ministério. O interessado pode optar pela modalidade individual ou em grupo, sempre às quintas e sextas-feiras, entre 9h e 15h30.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, avaliou, em nota, que reabrir o Palácio Gustavo Capanema às visitas do público é reconectar o Brasil com um dos maiores símbolos da arquitetura e da história cultural brasileira.

Erguido entre 1937 e 1945 para ser a sede do Ministério da Educação e Saúde Pública, o palácio de 16 pavimentos representa um marco da arquitetura moderna. O prédio foi projetado por Lúcio Costa, com colaboração de Oscar Niemeyer e consultoria do arquiteto suíço e naturalizado francês Le Corbusier.

O espaço possui obras de Cândido Portinari, Burle Marx e Bruno Giorgi, entre outros artistas.

*Com informações da Agência Brasil.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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